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Paróquia dos Álamos, Funchal

Deus fará justiça aos seus eleitos, que por Ele clamam (XXIX Domingo Comum C) | foto das nomeações prò cabido

 

574.1

574.2

574.3[continuação da mensagem papal] Assim, a nossa missão radica-se na paternidade de Deus e na maternidade da Igreja, porque é inerente ao Batismo o envio expresso por Jesus no mandato pascal: como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós, cheios de Espírito Santo para a reconciliação do mundo (cf. Jo 20, 19-23; Mt 28, 16-20). Este envio incumbe ao cristão, para que a ninguém falte o anúncio da sua vocação a filho adotivo, a certeza da sua dignidade pessoal e do valor intrínseco de cada vida humana desde a conceção até à sua morte natural. O secularismo difuso, quando se torna rejeição positiva e cultural da paternidade ativa de Deus na nossa história, impede toda e qualquer fraternidade universal autêntica, que se manifesta no respeito mútuo pela vida de cada um. Sem o Deus de Jesus Cristo, toda a diferença fica reduzida a ameaça infernal, tornando impossível qualquer aceitação fraterna e unidade fecunda do género humano.

O destino universal da salvação, oferecida por Deus em Jesus Cristo, levou Bento XV a exigir a superação de todo o fechamento nacionalista e etnocêntrico, de toda a mistura do anúncio do Evangelho com os interesses económicos e militares das potências coloniais. Na sua Carta apostólica Maximum illud, o Papa lembrava que a universalidade divina da missão da Igreja exige o abandono duma pertença exclusivista à própria pátria e à própria etnia. A abertura da cultura e da comunidade à novidade salvífica de Jesus Cristo requer a superação de toda a indevida introversão étnica e eclesial. Também hoje, a Igreja continua a necessitar de homens e mulheres que, em virtude do seu Batismo, respondam generosamente à chamada para sair da sua própria casa, da sua família, da sua pátria, da sua própria língua, da sua Igreja local. São enviados aos gentios, ao mundo ainda não transfigurado pelos sacramentos de Jesus Cristo e da sua Igreja santa. Anunciando a Palavra de Deus, testemunhando o Evangelho e celebrando a vida do Espírito, chamam à conversão, batizam e oferecem a salvação cristã no respeito pela liberdade pessoal de cada um, em diálogo com as culturas e as religiões dos povos a quem são enviados. Assim a missio ad gentes, sempre necessária na Igreja, contribui de maneira fundamental para o processo permanente de conversão de todos os cristãos. A fé na Páscoa de Jesus, o envio eclesial batismal, a saída geográfica e cultural de si mesmo e da sua própria casa, a necessidade de salvação do pecado e a libertação do mal pessoal e social exigem a missão até aos últimos confins da terra.

A coincidência providencial do Mês Missionário Extraordinário com a celebração do Sínodo Especial sobre as Igrejas na Amazónia leva-me a assinalar como a missão, que nos foi confiada por Jesus com o dom do seu Espírito, ainda seja atual e necessária também para aquelas terras e seus habitantes. Um renovado Pentecostes abra de par em par as portas da Igreja, a fim de que nenhuma cultura permaneça fechada em si mesma e nenhum povo fique isolado, mas se abra à comunhão universal da fé. Que ninguém fique fechado em si mesmo, na autorreferencialidade da sua própria pertença étnica e religiosa. A Páscoa de Jesus rompe os limites estreitos de mundos, religiões e culturas, chamando-os a crescer no respeito pela dignidade do homem e da mulher, rumo a uma conversão cada vez mais plena à Verdade do Senhor Ressuscitado, que dá a verdadeira vida a todos.

A este respeito, recordo as palavras do Papa Bento XVI no início do nosso encontro de Bispos Latino-Americanos na Aparecida, Brasil, em 2007, palavras que desejo transcrever aqui e subscrevê-las: «O que significou a aceitação da fé cristã para os povos da América Latina e do Caribe? Para eles, significou conhecer e acolher Cristo, o Deus desconhecido que os seus antepassados, sem o saber, buscavam nas suas ricas tradições religiosas. Cristo era o Salvador que esperavam silenciosamente. Significou também ter recebido, com as águas do Batismo, a vida divina que fez deles filhos de Deus por adoção; ter recebido, outrossim, o Espírito Santo que veio fecundar as suas culturas, purificando-as e desenvolvendo os numerosos germes e sementes que o Verbo encarnado tinha lançado nelas, orientando-as assim pelos caminhos do Evangelho. (...) O Verbo de Deus, fazendo-Se carne em Jesus Cristo, fez-Se também história e cultura. A utopia de voltar a dar vida às religiões pré-colombianas, separando-as de Cristo e da Igreja universal, não seria um progresso, mas uma regressão. Na realidade, seria uma involução para um momento histórico ancorado no passado» [Discurso na Sessão Inaugural (13 de maio de 2007), 1: Insegnamenti III/1 (2007), 855-856].

A Maria, nossa Mãe, confiamos a missão da Igreja. Unida ao seu Filho, desde a encarnação, a Virgem colocou-se em movimento, deixando-se envolver-se totalmente pela missão de Jesus; missão que, ao pé da cruz, havia de se tornar também a sua missão: colaborar como Mãe da Igreja para gerar, no Espírito e na fé, novos filhos e filhas de Deus.

Gostaria de concluir com uma breve palavra sobre as Pontifícias Obras Missionárias, que a Carta apostólica Maximum illud já apresentava como instrumentos missionários. De facto, como uma rede global que apoia o Papa no seu compromisso missionário, prestam o seu serviço à universalidade eclesial mediante a oração, alma da missão, e a caridade dos cristãos espalhados pelo mundo inteiro. A oferta deles ajuda o Papa na evangelização das Igrejas particulares (Obra da Propagação da Fé), na formação do clero local (Obra de São Pedro Apóstolo), na educação duma consciência missionária das crianças de todo o mundo (Obra da Santa Infância) e na formação missionária da fé dos cristãos (Pontifícia União Missionária). Ao renovar o meu apoio a estas Obras, espero que o Mês Missionário Extraordinário de outubro de 2019 contribua para a renovação do seu serviço missionário ao meu ministério.

Aos missionários e às missionárias e a todos aqueles que de algum modo participam, em virtude do seu Batismo, na missão da Igreja, de coração envio a minha bênção.

Vaticano, na Solenidade de Pentecostes, 9 de junho de 2019.

Francisco».

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Parabéns pela nomeação:

2019out18c.gos

Fé como um grão... 27.º Domingo Comum C, Dia D. Catequista

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Exmos. Senhores,

A Escola da APEL está a promover uma série de ações do curso de Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos.

Este curso é cofinanciado pelo Proderam2020, pelo que é totalmente gratuito.

Destina-se a formandos ativos do setor agrícola, nomeadamente:

  1. a) Ativos que desenvolvam atividade nos setores agrícola, florestal ou agroalimentar;
  2. b) Jovens Agricultores instalados ao abrigo dos Programas de Desenvolvimento Rural da RAM;
  3. c) Ativos das explorações, das empresas e de outras entidades beneficiárias dos Programas de Desenvolvimento Rural da RAM;
  4. d) Quadros técnicos que intervêm no setor agrícola, agroalimentar ou florestal, nas atividades de apoio técnico.

A prova documental aceite, é a seguinte:

- Declaração de início de atividade; ou

- Contribuições à segurança social; ou

- Licença de exploração de atividade; ou

- Declaração de rendimentos; ou

- Contrato de trabalho; ou

- Contrato de prestação de serviço; ou

- Detentor de Parcelar Agrícola na categoria “superfície agrícola”, categoria “superfície florestal” ou categoria “outras superfícies” e, nesta, exclusivamente a classe de ocupação de solo “Culturas sem contacto com o solo”; ou

- Detentor de projeto agrícola aprovado e/ou candidatura ao Pedido Único; ou

- Atestado da Junta de Freguesia (minuta anexa); ou

- Declaração da Associação de Agricultores da Madeira (minuta anexa).

 

O curso tem a duração de 35 horas e poderá ser lecionado em regime laboral ou pós-laboral. O número mínimo de inscrições é de 20 e máximo de 25, por ação.

 

O horário pós-laboral é o seguinte:

è 1º ao 5º dia de formação das 18:00 às 23:00 horas  (5 horas de formação)

è 6º dia de formação das 14:00 às 20:00 horas - Componente prática (6 horas de formação);

è 7º dia fim da formação das 19:00 às 23:00 (4 horas de formação)

 

 

O projeto cofinanciado pelo Proderam2020 envolve a realização de 35 ações deste curso.

 

Caso V. Exas. tenham interesse em que uma das ações seja realizada nas vossas instalações, agradecíamos desde já o vosso contacto.

 

Antecipadamente gratos pela vossa atenção ao assunto exposto, apresentamos os melhores cumprimentos,

 

Com os melhores cumprimentos,

Solange Fagundes
Coordenadora da Formação

solange.fagundes@escola-apel.com

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