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Paróquia dos Álamos, Funchal

Graça e Paz sejam dadas (I Domingo do Advento B, 29nov2020)

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Mão do Senhor

№ 632 | ano xiii | publicação desde 26outmmviii

1º Domingo do Advento B, 29nov2020

 GRAÇA                               PAZ

\/ Por nossas palavras

Há 1200 anos, na atual Alema­nha, adora­va-se a árvore como deus. Os missionários cris­tianiza­ram es­sa tradição. O tri­ân­gulo formado pe­la copa do abe­to re­presenta a Santís­sima Trin­da­de. Começou-se a trazer essa ár­vo­re para dentro de casa e a pôr-lhe en­feites de pa­pel em honra de Nossa Se­nhora e velas para sim­bolizar Cristo, luz do mundo. A par­tir do século XIX, o costume da ár­vore de Natal es­palhou-se.

Na árvore de Natal, as estrelas lembram aquela que conduziu os Magos vindos do Oriente pra ado­rarem o Deus Me­ni­no (cf. Mt 2,2); as bolas evocam as hóstias brancas da Eucaristia; os «enfeites verme­lhos têm a ver com o sangue derramado por Cristo»

(Sol,14dez2017).

Recorde

7dez18h Ô Missa

8dez, Solenidade da Imaculada Conceição, igreja, 9h Ó Missa; 11h, complexo da Imaculada Conceição, Marítimo Ó Missa.


Missa do Parto, por sítios, às 6h:

3ªfª15dezº, Álamos;

4ªfª16dezº, Ribeira;

5 ªfª17dezº, Santana;

6 ªfª18dezº, Galeão;

sº19dezº, «Marítimo»;

Dº20dezº, Lombo Jam­boeiro;

2ªfª21dezº, Sítio do Lugar do Meio;

3ªfª 22dezº, Sítio do Salão;

4ªfª 23dezº, Sítios do Olival, Água de Mel, Penteada.

Noite de Natal

5ªfª24dez23h30, Entrada prà igreja, sorteio de prendas; Meia Noite, Missa da Noite com «auto»...

 

 

Há 8 dias: Cristo Rei

«No mundo futuro será pergun­tado a quem estiver a ser julgado: “Quais foram as tuas obras?”.

Res­ponder-se-á: “Dei de comer a quem tinha fome”. Ser-lhe-á di­to: “Esta é a porta do Senhor. En­tra por ela” (Sal 118,20).

Responder-se-á: “Dei de beber aos sedentos”. Ser-lhe-á dito: “Es­ta é a porta do Senhor. Entra por ela”.

Responder-se-á: “Vesti os nus”. Ser-lhe-á dito: “Esta é a porta do Senhor. Entra por ela”.

O mesmo acontecerá com quem criou os órfãos, com quem deu es­molas e com tudo quem praticou obras de amor» (Midrash do Sal­mo 118,17).

 

Sº28nov17h — Confissão pra to­dos Ì ”; renúncia em géneros ali­men­tares (leite, massas, arroz, enlata­dos, bolachas, cereais, pa­pas, óle­o); 18h  Missa Ô Hoje,
I Dº do Advento — ciclo B, 29novº 9h Ô Missa; 10h — Confis­são pra todos Ì ”; 11h Ô Missa; 15h30 — fazer presépio e cenário do «auto»


Cantemos todos

->] Entrada¯CG-CT259

Vem, vem, Senhor, não tardes, vem, vem, que Te esperamos. Vem, vem, Senhor Jesus, depressa vem, Senhor.

Œ O mundo morre de frio, * a alma perde o calor, * os homens não são irmãos: * o mundo não tem amor.

v Envolto em noite sombria, * o mundo sem paz não vê; * Vai bus­cando uma esperança, * bus­cando, Senhor, a fé.

w Ao mundo falta a vida, * ao mun­do falta a luz. * Ao mundo falta o céu, * ao mundo faltas Tu.

 

''Coroa de Advento '' Irmãos, já não vos falta nenhum dom da graça, a vós que esperais a manifestação de Nosso Senhor Je­sus Cristo. Ele vos tornará firmes até ao fim, para que sejais irrepre­ensíveis no dia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Bendito sejais, Se­nhor, nosso Pai, Cria­dor de tudo o que existe. X Abençoai esta luz, si­nal do nosso ardente de­sejo da vin­da do Vosso Filho, Jesus Cristo. Fa­zei que as nossas vidas e os nossos corações sejam contin­ua­mente ilu­minados pelo seu amor e pela sua Palavra.

V/ Bendito sejais, Deus, Criador e Redentor.

R/ Bendito seja Deus para sempre.

 

& Coleta | pra rezar com quem está em casa, doente| Deus, nosso Pai, a vossa fidelidade nunca nos falta! Recor­dai-vos de nós, obra das vossas mãos, e dai-nos a ajuda da Vossa graça, para esperarmos, vigilantes e com amor irrepreensí­vel, a glori­osa vinda do nosso re­dentor, Jesus Cristo, Vos­so Filho, que é Deus convosco na unidade do Es­pírito Santo.

Palavra do Senhor¨

1ª| Isaías 63,16-19;64,2-7| Oh, se rasgásseis os céus e descêsseis.

Responsorial ¯ML-SR-p182¯ Senhor, nos­so Deus, fazei-nos voltar. Mos­trai-nos o vosso rosto e se­remos salvos. + Salmo 79 (80)

2ª| 1 Coríntios 1,3-9| Esperamos a manifestação de Nosso Senhor Je­sus Cristo.

¯Aclamação¯ Aleluia! Antífona: Mos­trai-nos, a vossa misericórdia * e dai-nos a vossa salvação.

Evangelho| Marcos 13,33.37| Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa.

 

[><] Apresentação dos Dons¯CS-OC-p278

|:Vós, Senhor, sois o nosso Pai.:|2X

Œ Nosso Redentor * é desde sem­pre o vosso nome.

v Sois um Deus clemente, * com­passivo e bom.

w Lento para a ira, * rico em miseri­córdia.

x Um só é o nosso Pai, * aquele que está no Céu.

 

Oração dos Fiéis = o.f.

sº18h| Ouvi-nos, Senhor.

dº9h| Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.

dº11h| Senhor, venha a nós o V. Reino.

 

 Aclamação de anamnese¯

P: Mistério admirável da nossa fé!

R: Quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, anuncia­mos, Senhor, a vossa morte, es­perando a vossa vinda gloriosa

 

[<>] Comunhão¯Rorate-CT256

Œ Quando virá, Senhor, o dia * em que apareça o Salvador? * Em que se oiça com alegria: * «Nas­ceu no mundo o Redentor».

Ó Céus, que a ira se faça * em salvação e graça!

v Filha dos Reis, ó Virgem pura, * mostra-te, sai da escuridão; * em Ti com seres criatura, * um Deus quer Sua mansão.

w Tristes mortais, de Adão nasci­dos, * d’árvore má, ramo infeliz; * eis quantos bens são prometi­dos
*
por Deus, que nunca se desdiz.

 

[-> Final ¯DR-CT162

Vem, Senhor, oh Vem Senhor,

vem, ó Jesus, vem!

Vem reinar no meu coração,

vem, ó Jesus, vem!

Œ Ao ver as mãos, gosto de as dar. Vem, ó Jesus, vem!

E aos meus irmãos eu vou ajudar. Vem, ó Jesus, vem!

v E com estas mãos irás Tu comi­go. Vem, ó Jesus, vem!

E com estes pés eu irei contigo. Vem, ó Jesus, vem!

w Eu sinto o bater do meu cora­ção. Vem, ó Jesus, vem!

E nasce em mim uma oração. Vem, ó Jesus, vem!

 

Esta semana — Missa ×

 

2ªfª30nov18h <-/ S. André: festa

1ª| Romanos 10,9-18

R| A sua mensagem ressoou por toda a terra. + Salmo 18 A

Evangelho| Mateus 4,18-22

o.f.| Cristo, ouvi-nos, Cristo, a­ten­dei-nos.

 

3ªfª1dez18h <-/

1ª| Isaías 11,1-10

R| Nos dias do Senhor nascerá a justiça e a paz para sempre. + Salmo 71 (71)

Evangelho| Lucas 10,21-24

o.f.| Iluminai, Senhor, os nossos olhos.

 

4ªfª2dez17h—atendo; 18h <-/

1ª| Isaías 25,6-10a

R| Habitarei para sempre na casa do Senhor. + Salmo 22 (23)

Evangelho| Mateus 15,29-37

o.f.| Vinde, Senhor, e ficai connosco.

 

5ªfª3dez18h <-/ (S. Francisco Xavier) 19h30, Católica — curso de leitores

1ª| Isaías 26,1-6

R| Bendito o que vem em nome do Senhor. + Salmo 117 (118)

Evangelho| Mateus 7,21.24-27

o.f.| Ouvi, Senhor, a nossa prece.

 

jª6ªfª4dez17h — Adoração || a­tendo; 18h <-/ 19h30, Católica — Escola Teológica

1ª| Isaías 29,17-24

R| O Senhor é a minha luz e a mi­nha salvação. + Salmo 26 (27)

Evangelho| Mateus 9,27-31

o.f.| Senhor, venha a nós o Vosso reino.

 

jºsº5dez18h Ô Adoração.

 

De hoje a 8, II Domingo do Adven­to B, 6dez9h — Missa ” 11h — Missa

1ª| Isaías 40, 1-5.9-11

R¯ Mostrai-nos o vosso amor; dai-nos a vossa salvação. + Salmo 84 (85), 9-14

2ª| 2 Pedro 3, 8-14

Evangelho| Marcos 1, 1-8

 

 

Almanaque PEF/ 2020+2021: €7,00.

Visita

Se os doentes e famílias —dada a pandemia da covid-19 —pedirem aos ministros extraordinários da Comunhão, hei de acompanhá-los, pra confessar e ungir os doentes em suas casas, por sítiosÔ.

2ªfª30nov14h30: Álamos, Ribeira Grande, Olival, Penteada e Água de Mel.

2ªfª7dez14h30: Galeão.

2ªfª14dez14h30: Lugar do Meio, Lombo Jamboeiro.

2ªfª21dez14h30: Salão, Santana.

 

Pra ajudar necessitados, por favor, «venda» agora convites×

Mensagem de Advento 2020

Noutros tempos, os arautos iam à frente do soberano para anunciar a sua passagem, a sua chegada: anunciavam o "advento do rei". E todos se preparavam para aquele dia.

Hoje, no início do tempo do Advento, quero, uma vez mais, anunciar a chegada do verdadeiro Rei que é Jesus.

Não há Natal sem Jesus. Não há Natal sem que Ele venha ao nosso coração e o transforme. Precisamos de preparar a sua chegada.

Este ano, o nosso gesto de renúncia (a ser recolhida no ofertório do dia 3 de Janeiro), será para os dois mosteiros de vida contemplativa que existem na Madeira: o Mosteiro da Caldeira e o Mosteiro do Lombo dos Aguiares. São religiosas que vivem pobremente e que passam o dia a rezar por todos nós e pelo mundo inteiro. Procuremos ajudá-las.

Apesar da situação de pandemia, não vamos deixar de celebrar a Festa. Mas sempre no respeito pelas indicações que nos são dadas pelas autoridades de saúde.

O Senhor quer vir até nós, até à nossa família, até ao nosso coração. Na alegria, e cheios de confiança em Deus, preparemos a Sua chegada.

+ Nuno, Bispo do Funchal

 

Cristo Rei afeiçoado ao Pai Nosso (XXXIV Domingo Comum A, 22nov2020),

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Por favor, agende

(conforme Calendário de 2020-2021, da Paróquia dos Álamos):

XXXIV Dº = Cristo Rei, 22nov

3ª24nov, anos da criação Paróquia (1960)

 

2019, Tempo do Advento

Sº28nov, ” Reconciliação pra todos, renúncia

I Dº29nov, ” Reconciliação pra todos, renúncia

1ºSº5dez ”9

II Dº6dez ”9

2ª7dez, I Vésperas \/

3º8dez9h, Imaculada Conceição

sº12dez 

III Dº13dez |Alegria | 

Missas do Parto \/

3ª15dez6h, Sítio dos Álamos <-/ 9h, última Missa.

4ª16dez6h, Sítio da Ribeira Grande <-/

5ª17dez6h, Sítio de Santana <-/

6ª18dez6h, Sítio do Galeão <-/

Sº19dez6h, Marítimo <-/ ” encerramento, Missa com doentes

IV Dº20dez6h,Sítio do Lombo Jamboeiro <-/ ” encerramento, Missa com doentes

2ª21dez6h, Sítio do Lugar do Meio <-/

3ª22dez6h, Salão <-/

4ª23dez6h, Sítios do Olival, Água de Mel, Pentea­da <-/

 

2020-2021, Tempo do Natal

5ª24dez23h30, entrada prà igreja, sorteio de prendas

6ª25dez, 0h, Missa da Noite Ì «auto»; 11h, Missa do Dia

Sº26dez18h, Missa

I Dº27dez, Sagrada Família, 9h+11h, Missa. Ordenações

5ª31dez, 18h, Missa

6ª1jan, S. Maria, Mãe de Deus, Dia da Paz, anos de atividade da Paróquia (1961), 11h, Missa

DIA MUNDIAL DOS POBRES

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA O IV DIA MUNDIAL DOS POBRES

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XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
(15 DE NOVEMBRO DE 2020)

 

«Estende a tua mão ao pobre» (Sir 7, 32)

 

«Estende a tua mão ao pobre» (Sir 7, 32): a sabedoria antiga dispôs estas palavras como um código sacro que se deve seguir na vida. Hoje ressoam com toda a densidade do seu significado para nos ajudar, também a nós, a concentrar o olhar no essencial e superar as barreiras da indiferença. A pobreza assume sempre rostos diferentes, que exigem atenção a cada condição particular: em cada uma destas, podemos encontrar o Senhor Jesus, que revelou estar presente nos seus irmãos mais frágeis (cf. Mt 25, 40).

1. Tomemos nas mãos o Ben-Sirá, um dos livros do Antigo Testamento. Nele encontramos as palavras dum mestre da sabedoria que viveu cerca de duzentos anos antes de Cristo. Andava à procura da sabedoria que torna os homens melhores e capazes de perscrutar profundamente as vicissitudes da vida. E fê-lo num período de dura prova para o povo de Israel, um tempo de dor, luto e miséria por causa da dominação de potências estrangeiras. Sendo um homem de grande fé, enraizado nas tradições dos pais, o seu primeiro pensamento foi dirigir-se a Deus para Lhe pedir o dom da sabedoria. E o Senhor não lhe deixou faltar a sua ajuda.

Desde as primeiras páginas do livro, Ben-Sirá propõe os seus conselhos sobre muitas situações concretas da vida, sendo a pobreza uma delas. Insiste que, na contrariedade, é preciso ter confiança em Deus: «Não te perturbes no tempo do infortúnio. Conserva-te unido a Ele e não te separes, para teres bom êxito no teu momento derradeiro. Aceita tudo o que te acontecer e tem paciência nas vicissitudes da tua humilhação, porque no fogo se prova o ouro, e os eleitos de Deus no cadinho da humilhação. Nas doenças e na pobreza, confia n’Ele. Confia em Deus e Ele te salvará, endireita os teus caminhos e espera n’Ele. Vós que temeis o Senhor, esperai na sua misericórdia, e não vos afasteis, para não cairdes» (2, 2-7).

2. Página a página, descobrimos um precioso compêndio de sugestões sobre o modo de agir à luz duma relação íntima com Deus, criador e amante da criação, justo e providente para com todos os seus filhos. Mas, a constante referência a Deus não impede de olhar para o homem concreto; pelo contrário, as duas realidades estão intimamente conexas.

Demonstra-o claramente o texto donde se tirou o título desta Mensagem (cf. 7, 29-36). São inseparáveis a oração a Deus e a solidariedade com os pobres e os enfermos. Para celebrar um culto agradável ao Senhor, é preciso reconhecer que toda a pessoa, mesmo a mais indigente e desprezada, traz gravada em si mesma a imagem de Deus. De tal consciência deriva o dom da bênção divina, atraída pela generosidade praticada para com os pobres. Por isso, o tempo que se deve dedicar à oração não pode tornar-se jamais um álibi para descuidar o próximo em dificuldade. É verdade o contrário: a bênção do Senhor desce sobre nós e a oração alcança o seu objetivo, quando eles são acompanhadas pelo serviço dos pobres.

3. Como permanece atual, também para nós, este ensinamento! Na realidade, a Palavra de Deus ultrapassa o espaço, o tempo, as religiões e as culturas. A generosidade que apoia o vulnerável, consola o aflito, mitiga os sofrimentos, devolve dignidade a quem dela está privado, é condição para uma vida plenamente humana. A opção de prestar atenção aos pobres, às suas muitas e variadas carências, não pode ser condicionada pelo tempo disponível ou por interesses privados, nem por projetos pastorais ou sociais desencarnados. Não se pode sufocar a força da graça de Deus pela tendência narcisista de se colocar sempre a si mesmo no primeiro lugar.

Manter o olhar voltado para o pobre é difícil, mas tão necessário para imprimir a justa direção à nossa vida pessoal e social. Não se trata de gastar muitas palavras, mas antes de comprometer concretamente a vida, impelidos pela caridade divina. Todos os anos, com o Dia Mundial dos Pobres, volto a esta realidade fundamental para a vida da Igreja, porque os pobres estão e sempre estarão connosco (cf. Jo 12, 8) para nos ajudar a acolher a companhia de Cristo na existência do dia a dia.

4. O encontro com uma pessoa em condições de pobreza não cessa de nos provocar e questionar. Como podemos contribuir para eliminar ou pelo menos aliviar a sua marginalização e o seu sofrimento? Como podemos ajudá-la na sua pobreza espiritual? A comunidade cristã é chamada a coenvolver-se nesta experiência de partilha, ciente de que não é lícito delegá-la a outros. E, para servir de apoio aos pobres, é fundamental viver pessoalmente a pobreza evangélica. Não podemos sentir-nos tranquilos, quando um membro da família humana é relegado para a retaguarda, reduzindo-se a uma sombra. O clamor silencioso de tantos pobres deve encontrar o povo de Deus na vanguarda, sempre e em toda parte, para lhes dar voz, defendê-los e solidarizar-se com eles face a tanta hipocrisia e tantas promessas não cumpridas, e para os convidar a participar na vida da comunidade.

É verdade que a Igreja não tem soluções globais a propor, mas oferece, com a graça de Cristo, o seu testemunho e gestos de partilha. Além disso, sente-se obrigada a apresentar os pedidos de quantos não têm o necessário para viver. Lembrar a todos o grande valor do bem comum é, para o povo cristão, um compromisso vital, que se concretiza na tentativa de não esquecer nenhum daqueles cuja humanidade é violada nas suas necessidades fundamentais.

5. Estender a mão leva a descobrir, antes de tudo a quem o faz, que dentro de nós existe a capacidade de realizar gestos que dão sentido à vida. Quantas mãos estendidas se veem todos os dias! Infelizmente, sucede sempre com maior frequência que a pressa faz cair num turbilhão de indiferença, a tal ponto que se deixa de reconhecer todo o bem que se realiza diariamente no silêncio e com grande generosidade. Assim, só quando acontecem factos que transtornam o curso da nossa vida é que os olhos se tornam capazes de vislumbrar a bondade dos santos «ao pé da porta», «daqueles que vivem perto de nós e são um reflexo da presença de Deus» (Francisco, Exort. ap. Gaudete et exsultate, 7), mas dos quais ninguém fala. As más notícias abundam de tal modo nas páginas dos jornais, nos sites da internet e nos visores da televisão, que faz pensar que o mal reine soberano. Mas não é assim. Certamente não faltam a malvadez e a violência, a prepotência e a corrupção, mas a vida está tecida por atos de respeito e generosidade que não só compensam o mal, mas impelem a ultrapassá-lo permanecendo cheios de esperança.

6. Estender a mão é um sinal: um sinal que apela imediatamente à proximidade, à solidariedade, ao amor. Nestes meses, em que o mundo inteiro foi dominado por um vírus que trouxe dor e morte, desconforto e perplexidade, pudemos ver tantas mãos estendidas! A mão estendida do médico que se preocupa de cada paciente, procurando encontrar o remédio certo. A mão estendida da enfermeira e do enfermeiro que permanece, muito para além dos seus horários de trabalho, a cuidar dos doentes. A mão estendida de quem trabalha na administração e providencia os meios para salvar o maior número possível de vidas. A mão estendida do farmacêutico exposto a inúmeros pedidos num arriscado contacto com as pessoas. A mão estendida do sacerdote que, com o coração partido, continua a abençoar. A mão estendida do voluntário que socorre quem mora na rua e a quantos, embora possuindo um teto, não têm nada para comer. A mão estendida de homens e mulheres que trabalham para prestar serviços essenciais e segurança. E poderíamos enumerar ainda outras mãos estendidas, até compor uma ladainha de obras de bem. Todas estas mãos desafiaram o contágio e o medo, a fim de dar apoio e consolação.

7. Esta pandemia chegou de improviso e apanhou-nos impreparados, deixando uma grande sensação de desorientamento e impotência. Mas, a mão estendida ao pobre não chegou de improviso. Antes, dá testemunho de como nos preparamos para reconhecer o pobre a fim de o apoiar no tempo da necessidade. Não nos improvisamos instrumentos de misericórdia. Requer-se um treino diário, que parte da consciência de quanto nós próprios, em primeiro lugar, precisamos duma mão estendida em nosso favor.

Este período que estamos a viver colocou em crise muitas certezas. Sentimo-nos mais pobres e mais vulneráveis, porque experimentamos a sensação da limitação e a restrição da liberdade. A perda do emprego, dos afetos mais queridos, como a falta das relações interpessoais habituais, abriu subitamente horizontes que já não estávamos acostumados a observar. As nossas riquezas espirituais e materiais foram postas em questão e descobrimo-nos amedrontados. Fechados no silêncio das nossas casas, descobrimos como é importante a simplicidade e o manter os olhos fixos no essencial. Amadureceu em nós a exigência duma nova fraternidade, capaz de ajuda recíproca e estima mútua. Este é um tempo favorável para «voltar a sentir que precisamos uns dos outros, que temos uma responsabilidade para com os outros e o mundo (...). Vivemos já muito tempo na degradação moral, baldando-nos à ética, à bondade, à fé, à honestidade (...). Uma tal destruição de todo o fundamento da vida social acaba por colocar-nos uns contra os outros na defesa dos próprios interesses, provoca o despertar de novas formas de violência e crueldade e impede o desenvolvimento duma verdadeira cultura do cuidado do meio ambiente» (Francisco, Carta enc. Laudato si’, 229). Enfim, as graves crises económicas, financeiras e políticas não cessarão enquanto permitirmos que permaneça em letargo a responsabilidade que cada um deve sentir para com o próximo e toda a pessoa.

8. «Estende a mão ao pobre» é, pois, um convite à responsabilidade, sob forma de empenho direto, de quem se sente parte do mesmo destino. É um encorajamento a assumir os pesos dos mais vulneráveis, como recorda São Paulo: «Pelo amor, fazei-vos servos uns dos outros. É que toda a Lei se cumpre plenamente nesta única palavra: ama o teu próximo como a ti mesmo. (...) Carregai as cargas uns dos outros» (Gal 5, 13-14; 6, 2). O Apóstolo ensina que a liberdade que nos foi dada com a morte e ressurreição de Jesus Cristo é, para cada um de nós, uma responsabilidade para colocar-se ao serviço dos outros, sobretudo dos mais frágeis. Não se trata duma exortação facultativa, mas duma condição da autenticidade da fé que professamos.

E aqui volta o livro de Ben-Sirá em nossa ajuda: sugere ações concretas para apoiar os mais vulneráveis e usa também algumas imagens sugestivas. Primeiro, toma em consideração a debilidade de quantos estão tristes: «Não fujas dos que choram» (7, 34). O período da pandemia constrangeu-nos a um isolamento forçado, impedindo-nos até de poder consolar e estar junto de amigos e conhecidos atribulados com a perda dos seus entes queridos. E, depois, afirma o autor sagrado: «Não sejas preguiçoso em visitar um doente» (7, 35). Experimentamos a impossibilidade de estar junto de quem sofre e, ao mesmo tempo, tomamos consciência da fragilidade da nossa existência. Enfim, a Palavra de Deus nunca nos deixa tranquilos e continua a estimular-nos para o bem.

9. «Estende a mão ao pobre» faz ressaltar, por contraste, a atitude de quantos conservam as mãos nos bolsos e não se deixam comover pela pobreza, da qual frequentemente são cúmplices também eles. A indiferença e o cinismo são o seu alimento diário. Que diferença relativamente às mãos generosas que acima descrevemos! Com efeito, existem mãos estendidas para premer rapidamente o teclado dum computador e deslocar somas de dinheiro duma parte do mundo para outra, decretando a riqueza de restritas oligarquias e a miséria de multidões ou a falência de nações inteiras. Há mãos estendidas a acumular dinheiro com a venda de armas que outras mãos, incluindo mãos de crianças, utilizarão para semear morte e pobreza. Existem mãos estendidas que, na sombra, trocam doses de morte para se enriquecer e viver no luxo e num efémero desregramento. Existem mãos estendidas que às escondidas trocam favores ilegais para um lucro fácil e corruto. E há também mãos estendidas que, numa hipócrita respeitabilidade, estabelecem leis que eles mesmos não observam.

Neste cenário, «os excluídos continuam a esperar. Para se poder apoiar um estilo de vida que exclui os outros ou mesmo entusiasmar-se com este ideal egoísta, desenvolveu-se uma globalização da indiferença. Quase sem nos dar conta, tornamo-nos incapazes de nos compadecer ao ouvir os clamores alheios, já não choramos à vista do drama dos outros, nem nos interessamos por cuidar deles, como se tudo fosse uma responsabilidade de outrem, que não nos incumbe» (Francisco, Exort. ap Evangelii gaudium, 54). Não poderemos ser felizes enquanto estas mãos que semeiam morte não forem transformadas em instrumentos de justiça e paz para o mundo inteiro.

10. «Em todas as tuas obras, lembra-te do teu fim» (Sir 7, 36): tal é a frase com que Ben-Sirá conclui a sua reflexão. O texto presta-se a uma dupla interpretação. A primeira destaca que precisamos de ter sempre presente o fim da nossa existência. A lembrança do nosso destino comum pode ajudar a conduzir uma vida sob o signo da atenção a quem é mais pobre e não teve as mesmas possibilidades que nós. Mas existe também uma segunda interpretação, que evidencia principalmente a finalidade, o objetivo para o qual tende cada um. É a finalidade da nossa vida que exige um projeto a realizar e um caminho a percorrer sem se cansar. Pois bem! O objetivo de cada ação nossa só pode ser o amor: tal é o objetivo para onde caminhamos, e nada deve distrair-nos dele. Este amor é partilha, dedicação e serviço, mas começa pela descoberta de que primeiro fomos nós amados e despertados para o amor. Esta finalidade aparece no momento em que a criança se cruza com o sorriso da mãe, sentindo-se amada pelo próprio facto de existir. De igual modo um sorriso que partilhamos com o pobre é fonte de amor e permite viver na alegria. Possa então a mão estendida enriquecer-se sempre com o sorriso de quem não faz pesar a sua presença nem a ajuda que presta, mas alegra-se apenas em viver o estilo dos discípulos de Cristo.

Neste caminho de encontro diário com os pobres, acompanha-nos a Mãe de Deus que é, mais do que qualquer outra, a Mãe dos pobres. A Virgem Maria conhece de perto as dificuldades e os sofrimentos de quantos estão marginalizados, porque Ela mesma Se viu a dar à luz o Filho de Deus num estábulo. Devido à ameaça de Herodes, fugiu, juntamente com José, seu esposo, e o Menino Jesus, para outro país e, durante alguns anos, a Sagrada Família conheceu a condição de refugiados. Possa a oração à Mãe dos pobres acomunar estes seus filhos prediletos e quantos os servem em nome de Cristo. E a oração transforme a mão estendida num abraço de partilha e reconhecida fraternidade.

Roma, em São João de Latrão, na Memória litúrgica de Santo António, 13 de junho de 2020.

 

Francisco

MENSAGEM PARA A SEMANA DOS SEMINÁRIOS: 1-8nov2020

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Dom António Augusto de Oliveira Azevedo, à esquerdaPresidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, com dom António Francisco (1948-2017), à direita

<<A Semana dos Seminários de 2020 tem como fonte de inspiração a palavra do Evangelho: «Jesus chamou os que queria e foram ter com Ele» (Mc. 3,13). Ela apresenta de modo sintético os elementos estruturantes da vocação: o chamamento do Senhor e a resposta dos discípulos, confirmada pela decisão de ir ter com Ele. A esta luz evangélica se entende melhor a natureza e a missão dos seminários como comunidades que congregam aqueles que o Senhor chamou à vocação sacerdotal e se dispuseram a ir ter com o Mestre para aprender com Ele e configurar a vida com a Sua, preparando-se assim para serem discípulos missionários. Neste sentido se pronunciou a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos de 2018, reafirmando que «os seminários e casas de formação são lugares de grande importância onde os jovens, chamados ao sacerdócio e à vida consagrada, aprofundam a sua escolha vocacional e a amadurecem no seguimento» (Documento Final, nº20).

A citada frase do Evangelho aparece num contexto em que as palavras e gestos de Jesus de Nazaré enchiam de espanto as multidões e a sua pessoa suscitava grande fascínio naqueles que O acompanhavam por toda a Galileia. Volvidos vinte séculos, o referido Sínodo assinalou que «muitos jovens são fascinados pela figura de Jesus. A sua vida parece-lhes boa e bela, porque pobre e simples, feita de amizades sinceras e profundas, gasta generosamente com os irmãos, nunca fechada para ninguém, mas sempre disponível ao dom. A vida de Jesus permanece também hoje profundamente atraente e inspiradora; é para todos os jovens uma provocação que interpela» (Documento Final, nº 82).

O  chamamento que o Senhor fez então, continua a fazê-lo nos nossos dias. Trata-se de uma escolha livre, uma eleição surpreendente, puro dom da graça divina e não resultado dos méritos ou propósitos humanos. A vocação sacerdotal é, de facto, da ordem do mistério, do mistério da liberdade divina que se entrelaça com a liberdade do homem. Àqueles que primeiro foram chamados, Jesus reafirmará mais tarde: «Não fostes vós que me escolhestes, fui Eu que vos escolhi a vós» (Jo.15,16), conferindo-lhes até a dignidade de amigos. O que Ele tem a oferecer aos seus escolhidos é uma história de amizade profunda, uma história de vida plena.

A resposta ao chamamento de Jesus suscitou nos primeiros discípulos a decisão de ir ter com Ele. Aproximar-se do Senhor, reunir-se com todos os que querem caminhar com Ele, é o desígnio de quem se dispõe a ser discípulo e sacerdote em nome de Cristo. A opção pela vida sacerdotal com o pedido de ingresso ao seminário, exige hoje, porventura mais do que noutras épocas, uma fé corajosa. Numa cultura que promove o provisório e induz ao experimentalismo, uma opção de tal radicalidade supõe uma fé capaz de arriscar, uma fé consciente de que é preciso deixar algumas pedras preciosas porque se encontrou o verdadeiro tesouro.

Desejo que esta Semana dos Seminários sirva para despertar em todos nós três atitudes: gratidão, compromisso eesperança.

Damos graças a Deus porque continua a chamar alguns para serem pastores do seu povo e por todos os jovens e adultos que souberam escutar e responder com generosidade, fazendo parte das comunidades dos vários seminários do país. Gratidão é devida também às equipas formadoras dos seminários e a todos os professores e colaboradores que se empenham na exigente tarefa de formar pastores.  Sem esquecer o justo reconhecimento aos seminários pelo seu incomparável papel histórico, desde os tempos de S.Bartolomeu dos Mártires, na renovação da Igreja e na formação humana e cristã de tantas gerações de jovens de todo o país, incluindo os que não foram ordenados.

O compromisso de todos para com o seminário é indispensável para que ele cumpra a sua missão. Essa responsabilidade é pedida, antes de mais, ao clero chamado a assumir o seu papel no processo formativo e a manifestar solicitude, comunhão e proximidade para com o seminário. Também às famílias e comunidades cristãs se pede que tenham consciência da importância do seu apoio e acompanhamento aos seminaristas. E os cristãos não esqueçam que o seu compromisso para com os seminários se pode manifestar de tantas formas: na oração, na ajuda material e outros expressões de interesse e preocupação.

Esperança é o sentimento que pode crescer em nós com a celebração desta semana. Ela funda-se na convicção de que Deus não abandona o seu povo mas, pela ação do Espírito, renova sempre a vida da Igreja e lhe abre caminhos novos. Depositamos também muita esperança nos seminaristas que estão a fazer o seu percurso formativo para serem, na altura própria, os pastores que a Igreja precisa, segundo o modelo de Cristo, Bom Pastor. E esperamos que os jovens e adultos a quem o Senhor continua a chamar não tenham medo e saibam responder com generosidade e alegria>>.

 

a catequese, a Missa, os demais Sacramentos e as reuniões de Escuteiros, Confraria, Legião, Mensagem, Vicentinos

IMG_6829.jpgSaudações!

Serve este bilhete pra assegurar a(o)s irmã(o)s*, catequistas, catequizandos e famílias que a catequese, Missa, demais Sacramentos e reuniões se mantêm, nos horários e modalidades que permitam encontrar-nos com Jesus Presente no meio de nós, salvaguardados os cuidados de saúde necessários à data:

MANTER

— o cuidado pela saúde da família (e comunicar ao catequista falta se tiver sintomas de covid-19);

— o uso de máscara,

— a verificação dos espaços, calçado, mãos e temperatura corporal.

 

*Corpo Nacional de  Escutas, Confraria do Santíssimo Sacramento, Legião de Maria, Movimento da Mensagem de Fátima, Conferência Vicentina, ministérios na Liturgia e distribuição da Comunhão Eucarística aos doentes mantêm-se nos mesmos moldes.

 

6 de novembro de 2020

Obrigado.

Até amanhã, se Deus quiser.

O pároco

31 de outubro de 2020

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sº31out18h Ì Bem-Aventuranças

Homilia... 7º guia - p. 244 [...]

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P: Acreditais que Deus ama a vida, que nos chama a uma vida em a­bun­dância e nos quer felizes e ale­gres?

R: Sim, acredito.

P: Acreditais que Jesus Cristo ressus­citou dos mortos, que Ele é a Vida, que Ele é a nossa esperança?

R: Sim, acredito.

P: Acreditais que quando ressuscita­mos com Cristo, já não haverá mais morte nem sofrimento, nem tristeza nem dor, que haverá festa e festa pra sempre?

R: Sim, acredito.

P: Que o Senhor vivo e ressuscitado aumente a nossa fé, que o Cristo pas­cal eternamente vivo e possuído pela plenitude do Espírito, Senhor da vida nova, faça de nós homens novos.

P: Amen. Oração dos fiéis...

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sº31out18h: Terço no claus­tro, no encerramento do mês do Rosá­rio e das Missões.

P: Mistérios Gozosos (2as-feiras e sábados) — 1º: A anunciação do Anjo à Virgem Maria

Say Yes reza

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P: 2º: A visita de Maria a Santa I­sabel. 3º ano reza.IMG_20201031_190747.jpg

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P: 3Žº: O nascimento de Jesus em Belém. 4º ano reza.IMG_20201031_191006.jpg

P: 4º: A apresentação de Jesus no Templo. 5º e 6 º ano rezam.IMG_20201031_191252.jpg

P: yº: A perda e encontro de Jesus no Templo. Catequistas do 1º e 2º ano rezam .2020-10.31c.jpg

P: Salve, Rainha,

R: ...mãe de misericórdia, vida, do­çura, esperança nossa, salve! A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva. A Vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses Vossos olhos misericordiosos a nós volvei. E, depois deste desterro, nos mostrai Jesus, bendito fruto do Vos­so ventre. Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria.

P: Rogai por nós, santa Mãe de Deus.

R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
P: Oremos. Ó Deus, que, pela vida, morte e ressurreição do Vosso Filho Unigénito, nos adquiristes o prémio da salvação eterna: concedei-nos, Vos pedimos, que venerando os mistérios do santíssimo Rosário da Virgem Maria, imitemos o que eles contêm e alcancemos o que eles prometem. Por Cristo Senhor nosso.

R: Amen.

 

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