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Paróquia dos Álamos, Funchal

Celebração da esperança e festa da fé

_N1A3641.JPGfoto Profissional

Celebração da esperança e festa da fé

 

Celebração da esperança

...A história da salvação faz o seu caminho, desde a Criação ao Êxodo, desde o tempo dos juízes à monarquia, desde os reis de Israel ao tempo dos profetas, desde a promessa da nova aliança à vinda do Messias. Em Jesus, esta história de salvação chega à sua plenitude, com a Sua Páscoa gloriosa. Somos Povo reunido em nome da Santíssima Trindade. É a festa da nossa esperança... que se faz caminho rumo aos Céus.

ADÃO E EVA representam os seres humanos de todos os tempos e lugares. Do livro do Génesis: 1,1 a No princípio, [...] 27Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher.

ABRAAÃO E ISAAC viveram no século vinte antes de Cristo: Do livro do Génesis.22,12 O mensageiro [do Senhor] disse: «Não levantes a tua mão sobre o menino e não lhe faças mal algum, porque sei agora que, na verdade, temes a Deus, visto não me teres recusado o teu único filho.»

MOISÉS viveu no século treze antes de Cristo. Do Livro do Êxodo: 2,1b Uma filha de Levi 2b [...] concebeu e deu à luz um
filho. 3aNão podendo mantê-lo escondido por mais tempo, arranjou-lhe uma cesta [...] 5Ora a filha do faraó [...] 6a.cabriu-a e viu [...].8«Vai», disse a filha do faraó [à irmã do menino]. E a jovem foi chamar a mãe do menino. 9 [...] A mulher levou o menino e amamentou-o. 10O menino cresceu, e ela devolveu-o à filha do faraó. Foi para ela como um filho, e deu-lhe o nome de Moisés, dizendo: «Porque o tirei das águas.»

ELIAS viveu no século décimo antes de Cristo. Do Primeiro Livro dos Reis. 17,7b Não chovia sobre a terra. [...] 10bHavia lá uma mulher viúva. 11[...] Elias chamou-a e disse-lhe: «Traz-me também um pedaço de pão nas tuas mãos.» 12Então ela respondeu: «Pela vida do Senhor, teu Deus, não tenho pão cozido; tenho apenas um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite na ânfora; mal tenha reunido um pouco de lenha entrarei em casa para preparar esse resto para mim e para meu filho; vamos comê-lo e depois morreremos.» 13Elias disse-lhe: «Não tenhas medo [...]: ‘A panela da farinha não se esgotará, nem faltará o azeite na almotolia até ao dia em que o Senhor mandar chuva sobre a face da terra.’»  15Ela foi e fez como lhe dissera Elias: comeu ele, ela e a sua família».

A ÚLTIMA CEIA aconteceu na véspera da morte de Jesus Cristo, no século primeiro. Do Evangelho segundo São Marcos. 14,22bTomou um pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e entregou-o aos discípulos dizendo: «Tomai: isto é o meu corpo.» 23Depois, tomou o cálice, deu graças e entregou-lho. Todos beberam dele. 24E Ele disse-lhes: «Isto é o meu sangue da aliança, que vai ser derramado por todos.»

 

 

_N1A3620.JPGfoto Profissional

Festa de Fé

«Hoje, estamos aqui reunidos para celebrar a nossa Fé em Jesus Cristo. Fazemo-lo perante os nossos amigos, depois de um ano em que redescobrimos Jesus, na Sua humanidade e na Sua divindade, o Filho muito amado de Deus» (6.º guia, p. 388).

Profissão de Fé

O senhor padre passa com o círio pascal por cada um dos catequizandos. Estes acendem a própria vela. Juntamente com assembleia, recitam o Credo.

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, cria­dor do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisí­veis.

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigé­nito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus ver­dadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai, por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos céus, e encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. De novo há-de vir em sua gló­ria, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.

Creio no Espirito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é ado­rado e glorificado: Ele que falou pelos Profetas.

Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só Baptismo para remissão dos pecados. E espero a ressur­reição dos mortos, e a vida do mundo que há-de vir.

Amen.

Depois entregam a vela acesa aos seus padrinhos, que a apagam, e voltam aos seus lugares.

_N1A3627.JPGfoto Profissional

 

 

Santíssima Trindade e (quase) encerramento do mês de maio

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Mão do Senhor

№ 658 | ano XIII | publicação desde 26outMMVIII

Domingo da Santíssima Trindade B, 30mai2021

 

sº29mai| 22 anos de bispo de D. António27 18h — Missa |hoje| Dº30mai9h — Mis­sa da solenidade, ”27, 11h — Missa Ì Festas da Espe­rança e da Fé;                               Percurso

com    Maria    e     o    Divino

Reza-se 1 mistério do Rosário no local e à hora indicados. A «família de casa» responde. Circula só 1 carro, com som, a ima­gem de Na Sra de Fátima e as insígnias do Divino Espírito Santo...

de início, ao Co Azinhaga – im­passe da Azi­nhaga W–E – desce a ladei­ra de San­tana – desce o CoNovodeSantana...

17h00 – Centro da Sagrada Família... des­ce o Co Penteada – CoOlivalW–E;

17h10 – impasse do Olival... vereda do Olival... desce a R. Mercado da Pen­teada – inverte marcha no Co Pen­teada sob a via-rápida;

17h20 – capela de Na Sra do Amparo – Par­reira – sobe o Co Penteada – rotun­da Ála­mos – sobe o Co Azinhaga – Co Santana W–E;

17h40 – capela – largo Santana – R. Rra de Santana W–E – sobe o Co Água de Mel – Esta Cte Camacho de Freitas W–E;

17h55 – nicho da R. 1 da urbanização do Galeão – Esta Cte Camacho de Frei­tas W–E – desce o Co Escola S. G. – in­verte marcha atrás do Centro;

18h05 – urbanização no Co Escola do Gale­ão – sobe... ao Co Novo da Rra de Santana W–E – travessa dos Pereiras – sobe a ladeira Santana – sobe o Co Terraço – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Rra de Santana;

18h20 – cimo da Ri­beirinha – Enta 57 – desce o Co Rra de Santana – Tva Rro Ca­navial W–E – sobe o Co Galeão;

18h35 – Redondo – desce... ao Co Novo do Galeão – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Ter­raço – sobe o Co Lom­bo Jamboeiro;

18h50 – cimo do Lombo Jamboeiro – desce o Co Lombo Jamboeiro – Tva Lu­gar do Meio W–E;

19h00 – vereda – Tva Lugar do Meio W–E – desce o Co Lombo Jamboeiro – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Lugar do Meio;

19h10 – cimo do CoLugardoMeio–des­ce...impasseJoãoPauloCésar;

19h20 – chã do Co Salão (nos 44 – 23) – desce o Co Salão – Co Bróteas;

19h30 – cimo da R. Antero de Quental – desce a R. Antero de Quental – Co Ála­mos W–E – desce o Bco Á­lamos;

19h40 – ao longo do Bco Álamos – so­be a R. Martins d’Almeida – R. Pe Sancho W–E – Co Álamos W–E;

19h50 – frente ao Solar dos Álamos – rotunda Álamos – CoAzinhaga;e

20h00 – igreja.

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Cantemos todos¨ Palavra do Senhor

 

->] Entrada ¯AC-CECII-p162s

Pai, Filho, Espírito Santo: * Ó Santíssima Trindade! * Ó amor que nos sacia * Com a fome da verdade!

u Cantamos a vossa glória, * ó Santíssima Trin­dade! * Guiai, ó Deus, nossos passos * na vossa excelsa verdade.

v A Vós, Deus três vezes santo, * ó Santíssima Trindade! * Rende­mos nosso louvor * agora e na e­terni­dade.

w Deus Pai, Criador do mundo, * in­fi­nito é Vos­so amor! * Por quanto nos concedestes * Lou­va­do sejais, Senhor!

x Deus Pai, Vós sois a nascente * da Palavra que é Jesus! * Mistério que nos envolve * de paz, de a­mor e de luz!

y Vós quantos andais errantes, * vinde todos, escutai: * Jesus Vos traz a Verdade, * Vos fa­la de Deus, Seu Pai.

z Se tendes fome, comei * deste Pão que o Pai envia; * se tendes sede, bebei * da Água que vos sacia!

{ João batizou Jesus * e abriu-se o Céu entretanto: * em branca for­ma de pomba * des­ceu o Espírito Santo.

| A voz do Pai fez-se ouvir: * «Eis Meu Filho bem amado! * É Ele a Minha palavra, * Ele é todo o Meu agrado!

} Eis Meu Servo predileto * que vos traz a salvação! * Ele dá-vos Meu Espírito * como luz e como pão!»

~ Vós quantos andais errantes, * vinde todos, escutai: * Jesus Cristo é a palavra * que vos reve­la Deus Pai!

 

Coleta| Deus altís­simo, que nas á­guas do Batismo a todos nos fi­zes­tes filhos no Vosso único Fi­lho, es­cutai o grito do Vosso Es­pírito que em nós Vos clama Pai, e fazei que, fiéis ao mandamento do Salvador, nos tor­nemos anuncia­dores da salvação que ofereceis a todos os povos.

 

 1ª| Deuteronómio 4,32-34.39s| O Se­nhor é Deus, no alto dos céus e cá em baixo na terra, e não e­xis­te mais nenhum.

Responsorial ¯ML-SR-p260¯ Feliz o po­vo que o Senhor escolheu para sua he­rança. + Salmo 32 (33)

2ª| Romanos 8,14-17| Recebestes o Espírito de adoção filial, pelo qual exclamamos: «Abba, Pai».

¯Aclamação¯ Aleluia! Antífona: Gló­ria ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, * ao Deus que é, que era e que há de vir.

Evangelho| Marcos 28,16-20| Bati­zando-as em nome do Pai e do Fi­lho e do Espírito Santo.

 

[><] Apresentação dos Dons ¯CL-CT346

Ó Deus de Amor, ó Espírito Santo, sois o encanto do nosso fervor.

u Sois o abraço da Santa Trin­da­de, * do Pai e Filho, a eterna ami­zade.

v Filhas da luz, pra beleza nas­ci­das, * guardai as almas por Cristo remidas.

w Filhos de Deus, prò eterno cri­ados, * que o amor nos guarde do mal dos pecados.

 

[<>]¯Comunhão ¯CS-CECII-p163

Recebestes um Espírito * Recebestes um Espírito que faz de vós filhos adotivos. * É por Ele que clamamos: Abbá, ó Pai.

u Todos os que se deixam guiar pe­lo Espírito, * esses é que são filhos de Deus.

v Esse mesmo Espírito dá tes­te­munho ao nosso espírito * de que somos filhos de Deus.

Ž Se somos filhos de Deus, somos também herdeiros: * herdeiros de Deus e herdeiros com Cristo.

x Vede que amor tão grande o Pai nos con­cedeu, * a ponto de nos podermos chamar filhos de Deus.

 

[->¯Final¯CT561

u Com minha Mãe estarei na san­ta glória, um dia: * junto à Vir­gem Maria, no céu triunfarei.

|:No céu, no céu, com minha Mãe estarei!:|2X

v Com minha Mãe estarei; * mas já que hei ofendido * a seu Jesus querido, * as culpas chorarei.

w Com minha Mãe estarei * e lá muito che­gado * a seu trono doirado * meu amor lhe darei.

x Com minha mãe estarei em seu colo materno, * em seu coração terno, * sem fim, descansarei.

 

Esta semana: Missa

 

2ªfª31mai18h <-/ festa da Visitação

1ª I| Sofonias 3,14-18

R| Exultai de alegria, porque é grande no meio de vós o Santo de Israel. + Isaías 12, 2-6

Evangelho| Lucas 1, 39-56

o.f.| Ouvi-nos, Senhor.

 

3ªfª1jun18h <-/ (São Justino)

1ª| Tob 2,9-14

R| Feliz o homem que espera no Senhor. + Salmo 11 (112)

Evangelho| Marcos 12,13-17

o.f.| Ouvi-nos, Senhor.

 

 

4ªfª2jun17h: atendo; 18h Ðe 5ªfª 3jun9h e 11h — Missa. 10h:reunião pra combinar tapete do Santíssimo.

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Solenidade do Corpo e Sangue

de Nosso Senhor Jesus Cristo

 

>]¯Entrada¯CT751

O trigo que Deus semeou no seio de Maria tornou-se para nós pão do céu que nos dá vida e salvação eterna.

Œ Cantai ao Senhor um cântico no­vo,* pelas maravilhas que Ele ope­rou.* A sua mão e o seu san­to bra­ço* Lhe deram a vitória.

v O Senhor deu a conhecer a sal­va­ção,* revelou aos olhos das nações a sua justiça.* Recordou-Se da sua bondade e fideli­dade,* em favor da casa de Israel.

w Os confins da terra puderam ver* a salvação do nosso Deus.* Acla­mai o Senhor, terra inteira,* exul­tai de alegria e cantai.

x Cantai ao Senhor ao som da cíta­ra,* ao som da cítara e da lira;* ao som da tuba e da trombeta,* acla­mai o Senhor, nosso Rei.

y Cantai-Lhe salmos e hinos,* pro­cla­mai todas as Suas maravilhas.* Ele é o Senhor nosso Deus, recorda sempre a sua ali­ança.

z Deus é o meu Salvador,* tenho confiança e nada temo.* Anunciai aos povos a grandeza das Suas o­bras,* proclamai a todos que o Seu nome é Santo.

 

 

Coleta| Se­nhor, Deus vivo, olhai o Vosso po­vo reunido à volta deste altar para Vos oferecer o sacrifício da nova aliança; purificai os nos­sos cora­ções, para que na ceia do Cor­deiro possamos saborear des­de já a Páscoa eterna da Jerusa­lém celeste.

 

1ª| Êxodo 24,3-8| Este é o san­gue  ali­ança que Deus firmou con­vosco.

Responsorial¯ Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. + Salmo 115 (116)

2ª| Hebreus 9,11-15| O sangue de Cristo purificará a nossa cons­ci­ência.

Sequência ¯ Aclamação ¯ Aleluia! Antífo­na¯ Eu sou pão vivo descido do Céu, diz o Senhor, * Quem co­mer deste pão viverá eternamen­te.

Evangelho| Marcos 14,12-16. 22-26| Isto é o Meu Corpo. Este é o Meu Sangue.

 

[><]¯ Apresentação dos Dons ¯CT376

Cantai um hino de louvor * a Jesus Cristo, meu Senhor, * |:cantai, cantai, cantai * um hino de louvor.:|2X

u Ó glória eterna do Céu, * espe­rança dos mortais, * Filho Único de Deus * e da Virgem sem pe­ca­do.

v Estendei a vossa mão * aos que ansei­am por erguer-se, * toda a alma se le­vante * e dê graças ao Senhor.

w Resplandeça a madrugada, * li­vre do poder das trevas, * e o fulgor da santidade * ilu­mine a nossa vida;

x E liberte os corações * Da escu­ri­dão do mundo; * E conserve o nos­so peito * Em pureza perma­nente.

y Vivamos para o Senhor, * Cami­nhando à luz da fé, * Animados na esperança, * Unidos na carida­de.

z Dêmos glória a Deus eterno * E a seu Filho, em união * Com o Espí­rito Paráclito, * Pelos séculos dos séculos.

 

/\ ¯Aclamação de anamnese¯

P: Mistério admirável da nossa fé!

 

[<>] Comunhão ¯CS-NCT269

Oh verdadeiro corpo do Senhor, * nascido para nós da Virgem Mãe, * penhor da eterna glória prometida! * Oh ver­dadeiro corpo do Senhor!

u O Cordeiro de Deus ofere­cido * a Seu eterno Pai em sacrifício * morre na cruz para salvar o mundo.

v Do lado aberto corre sangue e á­gua * e o discípulo amado é tes­te­munha * desta fonte de graça e de ternura.

w Quando a morte bater à nossa porta * e travarmos o último com­bate, * Jesus pie­doso, Filho de Ma­ria, * fica connosco, Pão da vi­da eterna.

 

[->¯Final ¯HF-CT 211

Pelo pão do teu amor, * muito obrigado Senhor.

u Por fazeres do meu peito * sacrá­rio do teu amor * minh’alma diz com respeito: * Obrigado, meu Se­nhor.

v Muito obrigado, Senhor, * por tu­do quanto nos deste, * pela paz do teu amor * pelo bem que nos fizes­tes.

w Muito obrigado, Senhor, * de to­dos os que aqui estão, * uni­dos pelo amor, * vivendo em união.

x Muito obrigado, Senhor, * por se­res nosso irmão; * Que seja cheia de amor * toda a vida do cristão.

y Muito obrigado, Senhor, * pelo pão da caridade; * sou mendigo do amor * aspiro à unidade.

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6ªfª4jun17h — atendo || Adoração; 18h — Missa

1ª| Job 11,5-17

R| Ó minha alma, louva o Senhor. + 145 (146)

Evangelho| Marco 12,35-37

o.f.| Senhor, abri os nossos olhos à Verdade.

 

Sº5jun”28 18h — Missa, de hoje a 8, IX Dº comum B, 6jun9h — Missa ”28, 11h — Missa:

1ª| Deuteronómio 5, 12-15

R¯ Exultai em Deus, que é nosso auxílio. + Salmo 80 (81)

2ª| 2 Coríntios 4, 6-11

Evangelho| Marcos 2, 23-3, 6

 

Mensageiros, por favor, recolham no­vos postais pra mordomos da festa de São João Batista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se Deus quiser, amanhã, Domingo, 30 de maio de 2021, passará à sua porta

percurso com Maria e o Divino 2021.png

Paróquia

dos álamos

30*maio*2021

Percurso

com Maria

e o Divino

 

Reza-se 1 mistério do Rosário no local e à hora indicados. A «família de casa» responde. Circula só 1 carro, com som, a ima­gem de Na Sra de Fátima e as insígnias do Divino Espírito Santo...

de início, ao Co Azinhaga – im­passe da Azi­nhaga W–E – desce a ladei­ra de San­tana – desce o CoNovodeSantana...

17h00 – Centro da Sagrada Família... des­ce o Co Penteada – CoOlivalW–E;

17h10 – impasse do Olival... vereda do Olival... desce a R. Mercado da Pen­teada – inverte marcha no Co Pen­teada sob a via-rápida;

17h20 – capela de Na Sra do Amparo – Par­reira – sobe o Co Penteada – rotun­da Ála­mos – sobe o Co Azinhaga – Co Santana W–E;

17h40 – capela – largo Santana – R. Rra de Santana W–E – sobe o Co Água de Mel – Esta Cte Camacho de Freitas W–E;

17h55 – nicho da R. 1 da urbanização do Galeão – Esta Cte Camacho de Frei­tas W–E – desce o Co Escola S. G. – in­verte marcha atrás do Centro;

18h05 – urbanização no Co Escola do Gale­ão – sobe... ao Co Novo da Rra de Santana W–E – travessa dos Pereiras – sobe a ladeira Santana – sobe o Co Terraço – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Rra de Santana;

18h20 – cimo da Ri­beirinha – Enta 57 – desce o Co Rra de Santana – Tva Rro Ca­navial W–E – sobe o Co Galeão;

18h35 – Redondo – desce... ao Co Novo do Galeão – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Ter­raço – sobe o Co Lom­bo Jamboeiro;

18h50 – cimo do Lombo Jamboeiro – desce o Co Lombo Jamboeiro – Tva Lu­gar do Meio W–E;

19h00 – vereda – Tva Lugar do Meio W–E – desce o Co Lombo Jamboeiro – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Lugar do Meio;

19h10 – cimo do CoLugardoMeio–des­ce...impasseJoãoPauloCésar;

19h20 – chã do Co Salão (nos 44 – 23) – desce o Co Salão – Co Bróteas;

19h30 – cimo da R. Antero de Quental – desce a R. Antero de Quental – Co Ála­mos W–E – desce o Bco Á­lamos;

19h40 – ao longo do Bco Álamos – so­be a R. Martins d’Almeida – R. Pe Sancho W–E – Co Álamos W–E;

19h50 – frente ao Solar dos Álamos – rotunda Álamos – CoAzinhaga;e

20h00–igreja.

 

Pentecostes e VIII Semana do Tempo Comum

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SÓ O TEXTO:

Sº22mai”26; 18h — Missa, Con­selho Pastoral (propostas pràs no­venas e festas deste ano), hoje,

Domingo de Pentecostes,

23mai9h — Missa com irmã(o)s, saloi@s ”26; 11h — Missa Ì Com­promisso/ 9J, Envio/ 10J, adultos

 

Cantemos todos

->] Entrada ¯JM-CT357

Vamos cantar, irmãos, aleluia! Cristo ressuscitou, aleluia! Va­mos cantar, irmãos, um canto de louvor,|:porque nos libertou Jesus, nosso Salvador.:|2X

u Adorai o Senhor Deus, * Adorai-O nas alturas, * Cantai suas ma­ravilhas, * Proclamai a redenção.

v O Senhor criou os céus * Ele é Rei do universo, * Bendizei Seu nome san­to * Aclamai-O terra in­teira.

w Publicai em alta voz, * Proclamai com alegria: * O Senhor nos li­bertou * E conduz-nos com amor.

x Exultemos de alegria * neste dia do Senhor * e vivamos na espr’ rança, * Ele é o nosso Redentor.

 

¯Aspersão¯ FS-CT582

Vós que fostes batizados em Cristo, estais revestidos de Luz. Aleluia. Aleluia.

u Bendigo o Senhor a cada mo­men­to, * na minha boca está sem­pre o seu louvor. * O Senhor é a minha glória, * oiçam os hu­mildes e rejubilem.

v Voltai-vos pra Ele e ficareis ra­di­antes * e não cobrirá de pejo o vosso rosto. * Este po­bre clamou e o Senhor o ou­viu * e o salvou de todos os perigos.

 

Coleta

 

& pra rezar com quem es­tá em casa, doente| Deus do u­ni­ver­so, que no mistério do Pente­costes santificais a Igreja dispersa entre to­dos os povos e nações, der­ramai sobre a terra os dons do Es­pírito Santo, de modo que também hoje se renovem nos corações dos fiéis os prodígios realizados nos pri­mór­dios da pregação do Evangelho.

 

Palavra do Senhor   

Vigília

1ªc| Ezequiel 37,1-14| Ossos res­sequidos, vou introduzir em vós o espírito e vivereis.

Responsorial¯ML-SR-p102¯ Mandai, Se­nhor, o vosso Espírito e reno­vai a terra. + Salmo 103 (104)

| Romanos 8,22-27| O Espírito in­tercede por nós com gemidos ine­fáveis.

¯Aclamação¯ Antífona:Vinde,EspíritoSanto,encheioscoraçõesdosVossosfiéiseacendeinelesofogodovossoamor.

Evangelho| João 7,37-39| Corre­rão rios de água viva. ¨ Dia

| Atos 2,1-11| Todos ficaram chei­os do Espírito Santo...

Responsorial¯ML-SR-p102¯Mandai, Se­nhor, o vosso espírito e reno­vai a terra. +Salmo 103 (104)

2ªI| 1 Coríntios 12,3-13| Todos nós fomos batizados num só Espírito, pra formarmos um só Corpo.

¯Sequência¯ Lecionário ¯Aclamação¯ Ale­luia! Antífona: Vinde, Espírito San­to, †enchei os corações dos vos­sos fiéis * e acendei neles o fogo do vosso amor.

Evangelho| João 7,37-39| Correrão rios de água viva.

 

[><] Apresentação dos Dons ¯JS+MF

Tomai, Senhor, e recebei: a Vós confio a minha vida. Tomai, Senhor, e recebei.

u Tomai, Senhor, a minha liberda­de * e recebei o mundo e a ver­da­de * de quem se entrega à Vossa majestade.

v Tomai, Senhor, também minha memória * e recebei a luta e a vi­tória * de quem se entrega à Vossa maior glória.

w Tomai, Senhor, o meu entendi­mento * e recebei o lento cresci­mento * de quem se entrega ao Vosso chamamento.

 

Oração dos Fiéis = O.F.

sºb|   Enviai, Senhor, o Vosso Espírito.

DºbNós Vos rogamos, Senhor, ouvi-nos.

 

 Aclamação de anamnese

Quaresma

Páscoa

P¯ Mistério da fé para a sal­va­ção do mundo!

R¯ Glória a Vós que morrestes na cruz e agora viveis para sem­pre. Salvador do mundo, sal­vai-nos. Vinde, Senhor, Jesus.

 

[<>] Comunhão ¯CL-CT346

Ó Deus de Amor, ó Espírito Santo, sois o encanto do nosso fervor.

u Sois o abraço da Santa Trin­dade, * do Pai e Filho, a eterna amizade.

v Filhas da luz, pra beleza nasci­das, * guardai as almas por Cristo remidas.

w Filhos de Deus, pra o eterno cri­a­dos, * que o amor nos guarde do mal dos pecados.

 

[-> Final ¯

Desce à terra, ó luz bendita. * Vem o Teu povo animar. * A nossa al­ma santifica. * Vem nossos passos guiar. * O Divino Espí­rito Santo * é o nosso con­solador. * Consolai a nossa alma * |:quando deste mun­do for.:|2X

Ressuscitou, segundo disse. Aleluia! * Ressuscitou, segundo disse. Aleluia!

 

\/ Por nossas palavras

Papa...58º Dia...Vocações

«O serviço, expressão concreta do dom de si mesmo, não foi para São José apenas um alto ideal, mas tornou-se regra da vida diá­ria». Continua.

 

VIII semana do Tempo Comum

Missa (18h)—

 

2ªfª24mai18h: S. Maria, Mãe da Igreja

1ªb| Atos 1,12-14

R| Grandes coisas se dizem de ti, ó cidade de Deus. + Salmo 86 (87)
Evangelho| João 19,25-34

o.f.| Ouvi-nos, Senhor. OUFÍ-p527

 

3ªfª25mai18h:

1ª| Ben-Sirá 35,1-15

R| A quem segue o caminho reto darei a salvação de Deus. + Sal­mo 49 (50)

Evangelho| Marcos 10,28-31

o.f.| Ouvi-nos, Pai santo.

 

4ªfª26mai17h — atendo; 18h:

(S. Filipe Néri)

1ª| Ben-Sirá 36,1s.5s13-19

R| Mostrai-nos, Senhor, a vos­sa misericórdia. + Salmo 78 (79)

Evangelho| Marcos 10,32-45

o.f.| Confirmai-nos, Senhor, no Vosso serviço.

 

5ªfª27mai18h:

1ª| Ben-Sirá 42,15-26

R| A palavra do Senhor criou os céus. + Salmo 32 (33)

Evangelho| Marcos 10,46-52

o.f.| Cristo, Filho de Deus, ouvi­‑nos.

6ªfª28mai| 44 anos de bispo de Bento XVI| 17h — atendo; 18h:

1ª| Ben-Sirá 44,1.9-13

R| O Senhor ama o Seu povo. + Salmo 149

Evangelho| Marcos 11,11-26

o.f.| Ouvi-nos, Senhor.

 

sº29mai| 22 anos de bispo de D. António| ”27 18h — Missa — de hoje a 8 — Dº30mai9h — Mis­sa da solenidade da Santíssima Trindade, ”27, 11h — Missa Ì Festas da Espe­rança (5J) e da [Profissão de] Fé (6J):

1ª| Êxodo 34,4b-6. 8s

R¯ Digno de louvor e de glória para sempre + Daniel 3,52-56

2ª| 2 Coríntios 13,11-13

Evangelho| João 3,16-18

 

Percurso

com Maria

e o Divino

30

de maio

de 2021

 

Reza-se 1 mistério do Rosário no local e à hora indicados. A «família de casa» responde. Circula só 1 carro, com som, a ima­gem de Na Sra de Fátima e as insígnias do Divino Espírito Santo...

de início, ao Co Azinhaga – im­passe da Azi­nhaga W–E – desce a ladei­ra de San­tana – desce o CoNovodeSantana...

17h00 – Centro da Sagrada Família... des­ce o Co Penteada – CoOlivalW–E;

17h10 – impasse do Olival... vereda do Olival... desce a R. Mercado da Pen­teada – inverte marcha no Co Pen­teada sob a via-rápida;

17h20 – capela de Na Sra do Amparo – Par­reira – sobe o Co Penteada – rotun­da Ála­mos – sobe o Co Azinhaga – Co Santana W–E;

17h40 – capela – largo Santana – R. Rra de Santana W–E – sobe o Co Água de Mel – Esta Cte Camacho de Freitas W–E;

17h55 – nicho da R. 1 da urbanização do Galeão – Esta Cte Camacho de Frei­tas W–E – desce o Co Escola S. G. – in­verte marcha atrás do Centro;

18h05 – urbanização no Co Escola do Gale­ão – sobe... ao Co Novo da Rra de Santana W–E – travessa dos Pereiras – sobe a ladeira Santana – sobe o Co Terraço – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Rra de Santana;

18h20 – cimo da Ri­beirinha – Enta 57 – desce o Co Rra de Santana – Tva Rro Ca­navial W–E – sobe o Co Galeão;

18h35 – Redondo – desce... ao Co Novo do Galeão – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Ter­raço – sobe o Co Lom­bo Jamboeiro;

18h50 – cimo do Lombo Jamboeiro – desce o Co Lombo Jamboeiro – Tva Lu­gar do Meio W–E;

19h00 – vereda – Tva Lugar do Meio W–E – desce o Co Lombo Jamboeiro – Esta Cte Camacho de Freitas W–E – sobe o Co Lugar do Meio;

19h10 – cimo do CoLugardoMeio–des­ce...impasseJoãoPauloCésar;

19h20 – chã do Co Salão (nos 44 – 23) – desce o Co Salão – Co Bróteas;

19h30 – cimo da R. Antero de Quental – desce a R. Antero de Quental – Co Ála­mos W–E – desce o Bco Á­lamos;

19h40 – ao longo do Bco Álamos – so­be a R. Martins d’Almeida – R. Pe Sancho W–E – Co Álamos W–E;

19h50 – frente ao Solar dos Álamos – rotunda Álamos – CoAzinhaga;e

20h00 – igreja.

Uma Boa Notícia responde a Who? (Quem?), What? (O quê?), Where? (Onde?), When? (Quando?), Why? (Porquê?), hoW? (Como?)

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«Jesus estava com os discípulos [COMO?] à mesa, mandou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, “da qual – disse Ele – Me ouvistes falar. Na verdade, João batizou com água; vós, porém, sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias”. Aqueles que se tinham reunido começaram a perguntar: “Senhor, é agora que vais restaurar o reino de Israel?”. Ele respondeu-lhes: [QUANDO?] “Não vos compete saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade; mas [O QUÊ?] recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas [ONDE?] em Jerusalém e em toda a Judeia e na Samaria e até aos confins da terra”. Dito isto, elevou-Se à vista deles e uma nuvem escondeu-O a seus olhos. E estando de olhar fito no Céu, enquanto Jesus Se afastava, apresentaram-se-lhes dois homens vestidos de branco, que disseram: “Homens da Galileia, porque estais a olhar para o Céu? [PORQUÊ?] Esse Jesus, que do meio de vós foi elevado para o Céu, virá do mesmo modo que O vistes ir para o Céu”» (...Atos 1,1-11... )

Uma Boa Notícia responde a Who? (Quem?), What? (O quê?), Where? (Onde?), When? (Quando?), Why? (Porquê?), hoW? (Como?)

«Jesus estava com os discípulos [COMO?] à mesa, mandou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, “da qual – disse Ele – Me ouvistes falar. Na verdade, João batizou com água; vós, porém, sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias”. Aqueles que se tinham reunido começaram a perguntar: “Senhor, é agora que vais restaurar o reino de Israel?”. Ele respondeu-lhes: [QUANDO?]Não vos compete saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade; mas [O QUÊ?] recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas [ONDE?] em Jerusalém e em toda a Judeia e na Samaria e até aos confins da terra”. Dito isto, elevou-Se à vista deles e uma nuvem escondeu-O a seus olhos. E estando de olhar fito no Céu, enquanto Jesus Se afastava, apresentaram-se-lhes dois homens vestidos de branco, que disseram: “Homens da Galileia, porque estais a olhar para o Céu? [PORQUÊ?] Esse Jesus, que do meio de vós foi elevado para o Céu, virá do mesmo modo que O vistes ir para o Céu”» (...Atos 1,1-11... ).

Ascensão/ 2021

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Mão do Senhor

№ 656 | ano XIII | publicação desde 26outMMVIII

Domingo da Ascensão B, 16mai2021

sº15mai17h — catequese 25”
18h ” Missa, hoje, Dia da Comu­nicação Social e Ciganos, Dº16mai| 39 anos de bispo de D. Teodoro| 9h — Missa ao Divino Es­pírito Santo pelo sítio do Olival, de Água de Mel e da Penteada; Terço; 10h — cate­quese 25” 11h ” Missa: 4J Palavra (guia, p. 571, V1b)

sº22mai”26; 18h — Missa, Com­selho Pastoral (propostas pràs no­ve­nas e festas deste ano) —

de hoje a 8, Domingo de Pentecostes— 23mai9h — Missa com irmã(o)s, saloi@s ”26; 11h — Missa

 

Cantemos todos

->]¯Entrada¯ CS-CT897

Povos, batei palmas, * aclamai a deus com júbilo. * Aleluia. Aleluia. Aleluia.

u Povos todos, batei palmas, * a­clamai a Deus com brados de a­legria.

v Porque o Senhor, o Altíssimo, é terrível, * o Rei soberano de toda a Terra.

w Cantai hinos a Deus, cantai, * cantai hinos ao nosso Rei, cantai.

x Deus é Rei do Universo: * cantai os hinos mais belos.

y Deus reina sobre os povos, * Deus está sentado no trono sa­grado.

| Porque a Deus pertencem os po­deres da Terra, * Ele está acima de todas as coisas.

 

¯Aspersão¯JPM-canticos.org

Batizados em Cristo, * formamos o Povo de Deus.

u No mistério da sua morte, * que nos reúne em um só corpo. – Nós fomos batizados.

v Ele é novo Moisés abrindo as á­guas. * Ele por nós venceu a mor­te. – Nós fomos batizados.

w Libertando do Egipto os cativos, * Ele ven­ceu o nosso inimigo. – Nós fomos ba­tizados.

x Longe do reino da noite * condu­ziu-nos por meio duma nuvem. – Nós fomos batizados.

y Alimentados com o maná do de­serto * o pão vivo que Deus nos serve. – Nós fomos batizados.

z Seremos recebidos no seu reino * quando Ele voltar na sua glória. – Nós fomos batizados.

 

Coleta | pra rezar com quem está em casa, doente| Deus omni­potente, fazei-nos exultar em san­ta alegria e em filial ação de gra­ças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória co­mo nossa Cabeça, para aí nos cha­ma como membros do seu Corpo, Ele que é Deus convosco na uni­dade do Espírito Santo.

Palavra do Senhor ¨

| Atos 1,1-11| Elevou-se à vista deles.

Responsorial ¯ML-SR-p94¯ Ergue-se Deus, o Senhor, em júbilo e ao som da trombeta. + Salmo 46 (47)

| Efésios 1,17-23| Colocou-O à sua direita nos Céus.

¯Aclamação¯ Aleluia! Antífona: Ide e ensi­nai todos os povos, diz o Se­nhor: * Eu estou sempre con­vos­co até ao fim dos tempos.

Evangelho| Mateus 28,16-20| Todo o po­der Me foi dado no Céu e na Ter­ra. {

[><] ¯Apresentação dos Dons¯BS-CT71

Aleluia. Aleluia. Aleluia.

u Nós ofertamos, irmãos, ao Se­nhor, * uma hóstia pura em Seu lou­vor. * E can­taremos com todo o ardor. Aleluia!

v Do mundo inteiro todos os ir­mãos, * ao sacrifício que por nos­sas mãos * ao Pai se oferta, uni­dos estão. Aleluia!

w Recebe, ó Pai, esta nossa obla­ção; * de nossas faltas concede o

perdão, * por Jesus Cristo que é nosso irmão. Aleluia!

x As nossas penas, o nosso labor, * nossa alegria e nosso amor, * por Jesus Cristo recebe, Senhor. Aleluia!

 

Oração dos Fiéis = O.F.

sº|     Cristo, elevado ao Céu, ouvi-nos.

dº1ª| Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.

dº2ª| Mediador dos homens, escutai-nos.

 

/\ ¯Aclamação de anamnese¯

R¯ Mistério da fé para a salva­ção do mundo!

R¯Glória a Vós que morrestes na cruz e agora vi­veis para sem­pre. Salvador do mun­do, sal­vai-nos. Vinde, Senhor, Jesus.

 

 [<>] ¯Comunhão¯JPM-CT760

Não fiqueis tristes, eu vou partir, eu vos partir, mas voltarei.

u Vou preparar-vos um lugar! * Não fiqueis tristes, tende fé.

v Vou enviar-vos o Espírito, * que vos dará toda a verdade.

w Sereis as minhas testemu­nhas * para que todos me re­conheçam.

x Anunciai a Boa-Nova, * vou para o Pai que me enviou.

y Ficarei sempre ao vosso la­do, * onde estivres eu estou.

| Sereis expulos das cidades, * por minha causa sofrereis.

[->Final¯

Desce à terra, ó luz bendita. * Vem o Teu povo animar. * A nossa alma santifica. * Vem nossos passos gui­ar. * O Divino Espí­rito Santo * é o nos­so con­solador. * Conso­lai a nos­sa alma * quando deste mundo for.

|:Ressuscitou, segundo disse. Aleluia! :|2X

 

Esta semana: Missa, Terço, 18h:

 

2ªfª17mai<-/

1ª| Atos 19,1-8

R| Povos da terra, cantai ao Senhor. + Salmo 67 (68)

Evangelho| João 16,29-33

o.f.| Dai-nos, Senhor, a paz de Cristo.

 

3ªfª18mai<-/

1ª| Atos 20,17-27

R| Povos da terra, cantai ao Senhor. + Salmo 67 (68)

Evangelho| João 17,1-11a

o.f.| Renovai-nos, Pai do Céu, com o Vosso Espírito.

 

4ªfª19mai17h — atendo; <-/

1ª| Atos 20,28-38

R| Povos da terra, cantai ao Senhor. + Salmo 67 (68)

Evangelho| João 17,11b-19

o.f.| Guiai-nos, Pai Santo, pelo Vosso Espírito.

 

5ªfª20mai<-/

1ª| Atos 22,30; 23,6-11

R| Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. + Salmo 15 (16)

Evangelho| João 17,20-26

o.f.| Reuni-nos, Pai Santo, na unidade.

 

6ªfª21mai17h — atendo; <-/

1ª| Atos 25,13b-21

 

R| O Senhor tem no Céu o trono da sua glória.+ Salmo 102 (103)

Evangelho| João 21,15-19

o.f.| Pai santo, enchei-nos do Vos­so amor.

 

sº22mai18h, de hoje a 8, Domingo de Pentecostes, 23mai9h e 11h — Missa:

| Génesis 11,1-9

R¯Mandai, Senhor, o vosso espírito e re­novai a terra. + Sal­mo 103 (104)

| Romanos 8,22-27

| João 7,37-39

 

\/ Por nossas palavras

Continuação da Mensagem do Papa  pràs Vocações

 

«Uma segunda palavra mar­ca o itinerário de São José e da vocação: serviço. Dos E­vangelhos, resulta como ele viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo. O Povo santo de Deus chama-lhe castíssimo esposo, des­vendando assim a sua capa­cidade de amar sem nada re­servar para si próprio. Liber­tando o amor de qualquer posse, abriu-se realmente a um serviço ainda mais fecun­do: o seu cuidado amoroso atravessou as gerações, a sua custódia solícita tornou-o patrono da Igreja. Ele que soube encarnar o sentido o­blativo da vida, é também patrono da boa-morte. Con­tudo o seu serviço e os seus sacrifícios só foram possí­veis, porque sustentados por um amor maior: “Toda a ver­dadeira vocação nasce do dom de si mesmo, que é a maturação do simples sacrifí­cio. Mesmo no sacerdócio e na vida consagrada, requer-se este géne­ro de maturida­de. Quando uma vocação matrimonial, celibatária ou virginal não chega à matu­ração do dom de si mesmo, detendo-se apenas na lógica do sacrifício, en­tão, em vez de significar a beleza e a ale­gria do amor, corre o risco de exprimir infelicidade, tris­teza e frustração” (Patris corde, 7)». Continua.

 

PAPA FRANCISCO - Ministério antigo é o de catequista na Igreja

Antiquum ministerium.png

<<CARTA APOSTÓLICA
SOB FORMA DE «MOTU PROPRIO»

DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO

ANTIQUUM MINISTERIUM

PELA QUAL SE INSTITUI O

 MINISTÉRIO DE CATEQUISTA

  1. MINISTÉRIO ANTIGO é o de Catequista na Igreja. Os teólogos pensam, comumente, que se encontram os primeiros exemplos já nos escritos do Novo Testamento. A primeira forma, germinal, deste serviço do ensinamento achar-se-ia nos «mestres» mencionados pelo apóstolo Paulo ao escrever à comunidade de Corinto: «E aqueles que Deus estabeleceu na Igreja são, em primeiro lugar, apóstolos; em segundo, profetas; em terceiro, mestres; em seguida, há o dom dos milagres, depois o das curas, o das obras de assistência, o de governo e o das diversas línguas. Porventura são todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? Fazem todos milagres? Possuem todos o dom das curas? Todos falam línguas? Todos as interpretam? Aspirai, porém, aos melhores dons. Aliás vou mostrar-vos um caminho que ultrapassa todos os outros» (1 Cor12, 28-31).

O próprio Lucas afirma, na abertura do seu Evangelho: «Resolvi eu também, depois de tudo ter investigado cuidadosamente desde a origem, expô-los [os factos que entre nós se consumaram] a ti por escrito e pela sua ordem, caríssimo Teófilo, a fim de reconheceres a solidez da doutrina em que foste instruído» (Lc 1, 3-4). O evangelista parece bem ciente de estar a fornecer, com os seus escritos, uma forma específica de ensinamento que permite dar solidez e vigor a quantos já receberam o Batismo. E voltando ao mesmo tema, o apóstolo Paulo recomenda aos Gálatas: «Mas quem está a ser instruído na Palavra esteja em comunhão com aquele que o instrui, em todos os bens» (Gal 6, 6). Como se vê, o texto acrescenta uma peculiaridade fundamental: a comunhão de vida como caraterística da fecundidade da verdadeira catequese recebida.

  1. Desde os seus primórdios, a comunidade cristã conheceu uma forma difundida de ministerialidade, concretizada no serviço de homens e mulheres que, obedientes à ação do Espírito Santo, dedicaram a sua vida à edificação da Igreja. Os carismas, que o Espírito nunca deixou de infundir nos batizados, tomaram em certos momentos uma forma visível e palpável de serviço à comunidade cristã nas suas múltiplas expressões, chegando ao ponto de ser reconhecido como uma diaconia indispensável para a comunidade. E assim o interpreta o apóstolo Paulo, com a sua autoridade, quando afirma: «Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, para proveito comum. A um é dada, pela ação do Espírito, uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, segundo o mesmo Espírito; a outro, a fé, no mesmo Espírito; a outro, o dom das curas, no único Espírito; a outro, o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Tudo isto, porém, o realiza o único e o mesmo Espírito, distribuindo a cada um, conforme lhe apraz» (1 Cor12, 4-11).

Por conseguinte é possível reconhecer, dentro da grande tradição carismática do Novo Testamento, a presença concreta de batizados que exerceram o ministério de transmitir, de forma mais orgânica, permanente e associada com as várias circunstâncias da vida, o ensinamento dos apóstolos e dos evangelistas (cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 8). A Igreja quis reconhecer este serviço como expressão concreta do carisma pessoal, que tanto favoreceu o exercício da sua missão evangelizadora. Olhar para a vida das primeiras comunidades cristãs, que se empenharam na difusão e progresso do Evangelho, estimula também hoje a Igreja a perceber quais possam ser as novas expressões para continuarmos a permanecer fiéis à Palavra do Senhor, a fim de fazer chegar o seu Evangelho a toda a criatura.

  1. Toda a história da evangelização destes dois milénios manifesta, com grande evidência, como foi eficaz a missão dos catequistas. Bispos, padres e diáconos, juntamente com muitos homens e mulheres de vida consagrada, dedicaram a sua vida à instrução [intitutio = educação] catequética, para que a fé fosse um válido sustentáculo para a existência pessoal de cada ser humano. Além disso, alguns reuniram à sua volta outros irmãos e irmãs, que, partilhando o mesmo carisma, constituíram Ordens religiosas totalmente dedicadas ao serviço da catequese.

Não se pode esquecer a multidão incontável de leigos e leigas que tomaram parte, diretamente, na difusão do Evangelho através do ensino catequético. Homens e mulheres, animados por uma grande fé e verdadeiras testemunhas de santidade, que, em alguns casos, foram mesmo fundadores de Igrejas, chegando até a dar a sua vida. Também nos nossos dias, há muitos catequistas competentes e perseverantes que estão à frente de comunidades em diferentes regiões, realizando uma missão insubstituível na transmissão e aprofundamento da fé. A longa série de Beatos, Santos e Mártires catequistas que marcou a missão da Igreja merece ser conhecida, pois constitui uma fonte fecunda, não só para a catequese, mas também para toda a história da espiritualidade cristã.

  1. A partir do Concílio Ecuménico Vaticano II, a Igreja apercebeu-se, com renovada consciência, da importância do compromisso do laicado na obra de evangelização. Os Padres conciliares reafirmaram várias vezes a grande necessidade que há, tanto para a implantação da Igreja como para o crescimento da comunidade cristã, do envolvimento direto dos fiéis leigos nas várias formas em que se pode exprimir o seu carisma. «É digno de elogio aquele exército com tantos méritos na obra das missões entre pagãos, o exército dos catequistas, homens e mulheres, que, cheios do espírito apostólico, prestam com grandes trabalhos uma ajuda singular e absolutamente necessária à expansão da fé e da Igreja. Hoje em dia, em razão da escassez de clero para evangelizar tão grandes multidões e exercer o ministério pastoral, o ofício dos catequistas tem muitíssima importância» (Concílio Ecuménico Vaticano II, Decreto Ad gentes, 17).

A par do rico ensinamento conciliar, é preciso referir o interesse constante dos Sumos Pontífices, do Sínodo dos Bispos, das Conferências Episcopais e dos vários Pastores, que, no decorrer destas décadas, imprimiram uma notável renovação à catequese. O Catecismo da Igreja Católica, a Exortação apostólica Catechesi tradendae, o Diretório Catequístico Geral, o Diretório Geral da Catequese, o recente Diretório da Catequese [Diretório para a catequese, SNEC, 2020], juntamente com inúmeros Catecismos nacionais, regionais e diocesanos são expressão do valor central da obra catequística, que coloca em primeiro plano a instrução [intitutio = educação] e a formação permanente dos crentes.

  1. Sem diminuir em nada a missão própria do Bispo – de ser o primeiro Catequista na sua diocese, juntamente com o presbitério que partilha com ele a mesma solicitude pastoral – nem a responsabilidade peculiar dos pais relativamente à formação cristã dos seus filhos (cf. CICcân. 774 §2; CCEOcânone 618), é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude do seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese (cf. CIC cânone 225; CCEO cânones 401 e 406). Esta presença torna-se ainda mais urgente nos nossos dias, devido à renovada consciência da evangelização no mundo contemporâneo (cf. Francisco, Exortação apostólica Evangelii gaudium, 163-168) e à imposição duma cultura globalizada (cf. Francisco, Carta encíclica Fratelli tutti100.138), que requer um encontro autêntico com as jovens gerações, sem esquecer a exigência de metodologias e instrumentos criativos que tornem o anúncio do Evangelho coerente com a transformação missionária que a Igreja abraçou. Fidelidade ao passado e responsabilidade pelo presente são as condições indispensáveis para que a Igreja possa desempenhar a sua missão no mundo.

Despertar o entusiasmo pessoal de cada batizado e reavivar a consciência de ser chamado a desempenhar a sua missão na comunidade requer a escuta da voz do Espírito que nunca deixa faltar a sua presença fecunda (cf. CIC cânone 774 §1; CCEO cânone 617). O Espírito chama, também hoje, homens e mulheres para irem ao encontro de tantas pessoas que esperam conhecer a beleza, a bondade e a verdade da fé cristã. É tarefa dos Pastores sustentar este percurso e enriquecer a vida da comunidade cristã com o reconhecimento de ministérios laicais capazes de contribuir para a transformação da sociedade através da «penetração dos valores cristãos no mundo social, político e económico» (Evangelii gaudium, 102).

  1. O apostolado laical possui, indiscutivelmente, uma valência secular. Esta exige «procurar o Reino de Deus, tratando das realidades temporais e ordenando-as segundo Deus» (Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição Dogmática Lumen gentium, 31). A sua vida diária é tecida de encontros e relações familiares e sociais, o que permite verificar como «são especialmente chamados a tornarem a Igreja presente e ativa naqueles locais e circunstâncias em que, só por meio deles, ela pode ser o sal da terra» (Lumen gentium, 33). Entretanto é bom recordar que, além deste apostolado, «os leigos podem ainda ser chamados, por diversos modos, a uma colaboração mais imediata no apostolado da Hierarquia, à semelhança daqueles homens e mulheres que ajudavam o apóstolo Paulo no Evangelho, trabalhando muito no Senhor» (Lumen gentium, 33).

No entanto, a função peculiar desempenhada pelo Catequista especifica-se dentro doutros serviços presentes na comunidade cristã. Com efeito, o Catequista é chamado, antes de mais nada, a exprimir a sua competência no serviço pastoral da transmissão da fé que se desenvolve nas suas diferentes etapas: desde o primeiro anúncio que introduz no querigma [kérygma = primeiro anúncio], passando pela instrução [intitutio = educação] que torna conscientes da vida nova em Cristo e prepara de modo particular para os sacramentos da iniciação cristã, até à formação permanente que consente [permite] que cada batizado esteja sempre pronto «a dar a razão da sua esperança a todo aquele que lha peça» (cf. 1 Ped 3, 15). O Catequista é simultaneamente testemunha da fé, mestre e mistagogo, acompanhante e pedagogo que instrui em nome da Igreja. Uma identidade que só mediante a oração, o estudo e a participação direta na vida da comunidade é que se pode desenvolver com coerência e responsabilidade (cf. Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, Diretório da Catequese, 113).

  1. Com grande clarividência, São Paulo VIemanou a Carta apostólica Ministeria quaedamtendo em vista não só adaptar ao novo momento histórico os ministérios de Leitor e Acólito (cf. Carta ap. Spiritus Domini), mas também pedir às Conferências Episcopais para promoverem outros ministérios, entre os quais o de Catequista: «Além destes ministérios comuns a toda a Igreja Latina, nada impede que as Conferências Episcopais peçam outros à Sé Apostólica, se, por motivos particulares, julgarem a sua instituição necessária ou muito útil na sua região. Tais são, por exemplo, as funções de Ostiário, de Exorcista e de Catequista». O mesmo instante convite voltava na Exortação apostólica Evangelii nuntiandi, quando, ao pedir para saber ler as exigências atuais da comunidade cristã numa continuidade fiel com as origens, exortava a encontrar novas formas ministeriais para uma pastoral renovada: «Tais ministérios, novos na aparência mas muito ligados a experiências vividas pela Igreja ao longo da sua existência — por exemplo, o de Catequista (…) —, são preciosos para a implantação, a vida e o crescimento da Igreja e para a sua capacidade de irradiar a própria mensagem à sua volta e para aqueles que estão distantes» (São Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 73).

Com efeito, não se pode negar que «cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. Embora não suficiente, pode-se contar com um numeroso laicado, dotado de um arreigado sentido de comunidade e uma grande fidelidade ao compromisso da caridade, da catequese, da celebração da fé» (Evangelii gaudium, 102). Por conseguinte, receber um ministério laical como o de Catequista imprime uma acentuação maior ao empenho missionário típico de cada um dos batizados que, no entanto, deve ser desempenhado de forma plenamente secular [laical], sem cair em qualquer tentativa de clericalização.

  1. Este ministério possui uma forte valência vocacional, que requer o devido discernimento por parte do Bispo e se evidencia com o Rito de instituição. De facto, é um serviço estável prestado à Igreja local de acordo com as exigências pastorais identificadas pelo Ordinário do lugar, mas desempenhado de maneira laical como exige a própria natureza do ministério. Convém que, ao ministério instituído de Catequista, sejam chamados homens e mulheres de fé profunda e maturidade humana, que tenham uma participação ativa na vida da comunidade cristã, sejam capazes de acolhimento, generosidade e vida de comunhão fraterna, recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica, para ser solícitos comunicadores da verdade da fé, e tenham já maturado uma prévia experiência de catequese (cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Decreto Christus Dominus, 14; CICcânone 231 §1; CCEOcânone 409 §1). Requer-se que sejam colaboradores fiéis dos presbíteros e diáconos, disponíveis para exercer o ministério onde for necessário e animados por verdadeiro entusiasmo apostólico.

Assim, depois de ter ponderado todos os aspetos, em virtude da autoridade apostólica,

instituo

ministério laical de Catequista.

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos providenciará, dentro em breve, a publicação do Rito de Instituição do ministério laical de Catequista.

  1. Convido, pois, as Conferências Episcopais a tornarem realidade o ministério de Catequista, estabelecendo o iter  [itinerário] formativo necessário e os critérios normativos para o acesso ao mesmo, encontrando as formas mais coerentes para o serviço que estas pessoas serão chamadas a desempenhar em conformidade com tudo o que foi expresso por esta Carta Apostólica.
  2. Os Sínodos das Igrejas Orientais ou as Assembleias dos Hierarcas poderão receber quanto aqui estabelecido para as respetivas Igrejas sui iuris, com base no próprio direito particular.
  3. Os Pastores não cessem de abraçar esta exortação que lhes recordavam os Padres conciliares: «Sabem que não foram instituídos por Cristo para se encarregarem por si sós de toda a missão salvadora da Igreja para com o mundo, mas que o seu cargo sublime consiste em pastorear  de tal modo os fiéis e de tal modo reconhecer os seus serviços e carismas, que todos, cada um segundo o seu modo próprio, cooperem na obra comum» (Lumen gentium, 30). O discernimento dos dons que o Espírito Santo nunca deixa faltar à sua Igreja seja para eles o apoio necessário para tornar concreto o ministério de Catequista para o crescimento da própria comunidade.

Quanto estabelecido por esta Carta Apostólica em forma de “Motu proprio”, ordeno que tenha vigor firme e estável, não obstante qualquer coisa em contrário ainda que digna de menção particular, e que seja promulgado mediante publicação no jornal L’Osservatore Romano, entrando em vigor no mesmo dia, e publicado depois no órgão oficial Acta Apostolicae Sedis.

Dado em Roma, junto de São João de Latrão, na Memória litúrgica de São João de Ávila, Presbítero e Doutor da Igreja, dia 10 de maio do ano de 2021, nono do meu pontificado.

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PAPA FRANCISCO - Ministério antigo é o de catequista na Igreja

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<<CARTA APOSTÓLICA
SOB FORMA DE «MOTU PROPRIO»

DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO

ANTIQUUM MINISTERIUM

PELA QUAL SE INSTITUI O

 MINISTÉRIO DE CATEQUISTA

  1. MINISTÉRIO ANTIGO é o de Catequista na Igreja. Os teólogos pensam, comumente, que se encontram os primeiros exemplos já nos escritos do Novo Testamento. A primeira forma, germinal, deste serviço do ensinamento achar-se-ia nos «mestres» mencionados pelo apóstolo Paulo ao escrever à comunidade de Corinto: «E aqueles que Deus estabeleceu na Igreja são, em primeiro lugar, apóstolos; em segundo, profetas; em terceiro, mestres; em seguida, há o dom dos milagres, depois o das curas, o das obras de assistência, o de governo e o das diversas línguas. Porventura são todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? Fazem todos milagres? Possuem todos o dom das curas? Todos falam línguas? Todos as interpretam? Aspirai, porém, aos melhores dons. Aliás vou mostrar-vos um caminho que ultrapassa todos os outros» (1 Cor12, 28-31).

O próprio Lucas afirma, na abertura do seu Evangelho: «Resolvi eu também, depois de tudo ter investigado cuidadosamente desde a origem, expô-los [os factos que entre nós se consumaram] a ti por escrito e pela sua ordem, caríssimo Teófilo, a fim de reconheceres a solidez da doutrina em que foste instruído» (Lc 1, 3-4). O evangelista parece bem ciente de estar a fornecer, com os seus escritos, uma forma específica de ensinamento que permite dar solidez e vigor a quantos já receberam o Batismo. E voltando ao mesmo tema, o apóstolo Paulo recomenda aos Gálatas: «Mas quem está a ser instruído na Palavra esteja em comunhão com aquele que o instrui, em todos os bens» (Gal 6, 6). Como se vê, o texto acrescenta uma peculiaridade fundamental: a comunhão de vida como caraterística da fecundidade da verdadeira catequese recebida.

  1. Desde os seus primórdios, a comunidade cristã conheceu uma forma difundida de ministerialidade, concretizada no serviço de homens e mulheres que, obedientes à ação do Espírito Santo, dedicaram a sua vida à edificação da Igreja. Os carismas, que o Espírito nunca deixou de infundir nos batizados, tomaram em certos momentos uma forma visível e palpável de serviço à comunidade cristã nas suas múltiplas expressões, chegando ao ponto de ser reconhecido como uma diaconia indispensável para a comunidade. E assim o interpreta o apóstolo Paulo, com a sua autoridade, quando afirma: «Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, para proveito comum. A um é dada, pela ação do Espírito, uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, segundo o mesmo Espírito; a outro, a fé, no mesmo Espírito; a outro, o dom das curas, no único Espírito; a outro, o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Tudo isto, porém, o realiza o único e o mesmo Espírito, distribuindo a cada um, conforme lhe apraz» (1 Cor12, 4-11).

Por conseguinte é possível reconhecer, dentro da grande tradição carismática do Novo Testamento, a presença concreta de batizados que exerceram o ministério de transmitir, de forma mais orgânica, permanente e associada com as várias circunstâncias da vida, o ensinamento dos apóstolos e dos evangelistas (cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 8). A Igreja quis reconhecer este serviço como expressão concreta do carisma pessoal, que tanto favoreceu o exercício da sua missão evangelizadora. Olhar para a vida das primeiras comunidades cristãs, que se empenharam na difusão e progresso do Evangelho, estimula também hoje a Igreja a perceber quais possam ser as novas expressões para continuarmos a permanecer fiéis à Palavra do Senhor, a fim de fazer chegar o seu Evangelho a toda a criatura.

  1. Toda a história da evangelização destes dois milénios manifesta, com grande evidência, como foi eficaz a missão dos catequistas. Bispos, padres e diáconos, juntamente com muitos homens e mulheres de vida consagrada, dedicaram a sua vida à instrução [intitutio = educação] catequética, para que a fé fosse um válido sustentáculo para a existência pessoal de cada ser humano. Além disso, alguns reuniram à sua volta outros irmãos e irmãs, que, partilhando o mesmo carisma, constituíram Ordens religiosas totalmente dedicadas ao serviço da catequese.

Não se pode esquecer a multidão incontável de leigos e leigas que tomaram parte, diretamente, na difusão do Evangelho através do ensino catequético. Homens e mulheres, animados por uma grande fé e verdadeiras testemunhas de santidade, que, em alguns casos, foram mesmo fundadores de Igrejas, chegando até a dar a sua vida. Também nos nossos dias, há muitos catequistas competentes e perseverantes que estão à frente de comunidades em diferentes regiões, realizando uma missão insubstituível na transmissão e aprofundamento da fé. A longa série de Beatos, Santos e Mártires catequistas que marcou a missão da Igreja merece ser conhecida, pois constitui uma fonte fecunda, não só para a catequese, mas também para toda a história da espiritualidade cristã.

  1. A partir do Concílio Ecuménico Vaticano II, a Igreja apercebeu-se, com renovada consciência, da importância do compromisso do laicado na obra de evangelização. Os Padres conciliares reafirmaram várias vezes a grande necessidade que há, tanto para a implantação da Igreja como para o crescimento da comunidade cristã, do envolvimento direto dos fiéis leigos nas várias formas em que se pode exprimir o seu carisma. «É digno de elogio aquele exército com tantos méritos na obra das missões entre pagãos, o exército dos catequistas, homens e mulheres, que, cheios do espírito apostólico, prestam com grandes trabalhos uma ajuda singular e absolutamente necessária à expansão da fé e da Igreja. Hoje em dia, em razão da escassez de clero para evangelizar tão grandes multidões e exercer o ministério pastoral, o ofício dos catequistas tem muitíssima importância» (Concílio Ecuménico Vaticano II, Decreto Ad gentes, 17).

A par do rico ensinamento conciliar, é preciso referir o interesse constante dos Sumos Pontífices, do Sínodo dos Bispos, das Conferências Episcopais e dos vários Pastores, que, no decorrer destas décadas, imprimiram uma notável renovação à catequese. O Catecismo da Igreja Católica, a Exortação apostólica Catechesi tradendae, o Diretório Catequístico Geral, o Diretório Geral da Catequese, o recente Diretório da Catequese [Diretório para a catequese, SNEC, 2020], juntamente com inúmeros Catecismos nacionais, regionais e diocesanos são expressão do valor central da obra catequística, que coloca em primeiro plano a instrução [intitutio = educação] e a formação permanente dos crentes.

  1. Sem diminuir em nada a missão própria do Bispo – de ser o primeiro Catequista na sua diocese, juntamente com o presbitério que partilha com ele a mesma solicitude pastoral – nem a responsabilidade peculiar dos pais relativamente à formação cristã dos seus filhos (cf. CICcân. 774 §2; CCEOcânone 618), é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude do seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese (cf. CIC cânone 225; CCEO cânones 401 e 406). Esta presença torna-se ainda mais urgente nos nossos dias, devido à renovada consciência da evangelização no mundo contemporâneo (cf. Francisco, Exortação apostólica Evangelii gaudium, 163-168) e à imposição duma cultura globalizada (cf. Francisco, Carta encíclica Fratelli tutti100.138), que requer um encontro autêntico com as jovens gerações, sem esquecer a exigência de metodologias e instrumentos criativos que tornem o anúncio do Evangelho coerente com a transformação missionária que a Igreja abraçou. Fidelidade ao passado e responsabilidade pelo presente são as condições indispensáveis para que a Igreja possa desempenhar a sua missão no mundo.

Despertar o entusiasmo pessoal de cada batizado e reavivar a consciência de ser chamado a desempenhar a sua missão na comunidade requer a escuta da voz do Espírito que nunca deixa faltar a sua presença fecunda (cf. CIC cânone 774 §1; CCEO cânone 617). O Espírito chama, também hoje, homens e mulheres para irem ao encontro de tantas pessoas que esperam conhecer a beleza, a bondade e a verdade da fé cristã. É tarefa dos Pastores sustentar este percurso e enriquecer a vida da comunidade cristã com o reconhecimento de ministérios laicais capazes de contribuir para a transformação da sociedade através da «penetração dos valores cristãos no mundo social, político e económico» (Evangelii gaudium, 102).

  1. O apostolado laical possui, indiscutivelmente, uma valência secular. Esta exige «procurar o Reino de Deus, tratando das realidades temporais e ordenando-as segundo Deus» (Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição Dogmática Lumen gentium, 31). A sua vida diária é tecida de encontros e relações familiares e sociais, o que permite verificar como «são especialmente chamados a tornarem a Igreja presente e ativa naqueles locais e circunstâncias em que, só por meio deles, ela pode ser o sal da terra» (Lumen gentium, 33). Entretanto é bom recordar que, além deste apostolado, «os leigos podem ainda ser chamados, por diversos modos, a uma colaboração mais imediata no apostolado da Hierarquia, à semelhança daqueles homens e mulheres que ajudavam o apóstolo Paulo no Evangelho, trabalhando muito no Senhor» (Lumen gentium, 33).

No entanto, a função peculiar desempenhada pelo Catequista especifica-se dentro doutros serviços presentes na comunidade cristã. Com efeito, o Catequista é chamado, antes de mais nada, a exprimir a sua competência no serviço pastoral da transmissão da fé que se desenvolve nas suas diferentes etapas: desde o primeiro anúncio que introduz no querigma [kérygma = primeiro anúncio], passando pela instrução [intitutio = educação] que torna conscientes da vida nova em Cristo e prepara de modo particular para os sacramentos da iniciação cristã, até à formação permanente que consente [permite] que cada batizado esteja sempre pronto «a dar a razão da sua esperança a todo aquele que lha peça» (cf. 1 Ped 3, 15). O Catequista é simultaneamente testemunha da fé, mestre e mistagogo, acompanhante e pedagogo que instrui em nome da Igreja. Uma identidade que só mediante a oração, o estudo e a participação direta na vida da comunidade é que se pode desenvolver com coerência e responsabilidade (cf. Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, Diretório da Catequese, 113).

  1. Com grande clarividência, São Paulo VIemanou a Carta apostólica Ministeria quaedamtendo em vista não só adaptar ao novo momento histórico os ministérios de Leitor e Acólito (cf. Carta ap. Spiritus Domini), mas também pedir às Conferências Episcopais para promoverem outros ministérios, entre os quais o de Catequista: «Além destes ministérios comuns a toda a Igreja Latina, nada impede que as Conferências Episcopais peçam outros à Sé Apostólica, se, por motivos particulares, julgarem a sua instituição necessária ou muito útil na sua região. Tais são, por exemplo, as funções de Ostiário, de Exorcista e de Catequista». O mesmo instante convite voltava na Exortação apostólica Evangelii nuntiandi, quando, ao pedir para saber ler as exigências atuais da comunidade cristã numa continuidade fiel com as origens, exortava a encontrar novas formas ministeriais para uma pastoral renovada: «Tais ministérios, novos na aparência mas muito ligados a experiências vividas pela Igreja ao longo da sua existência — por exemplo, o de Catequista (…) —, são preciosos para a implantação, a vida e o crescimento da Igreja e para a sua capacidade de irradiar a própria mensagem à sua volta e para aqueles que estão distantes» (São Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 73).

Com efeito, não se pode negar que «cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. Embora não suficiente, pode-se contar com um numeroso laicado, dotado de um arreigado sentido de comunidade e uma grande fidelidade ao compromisso da caridade, da catequese, da celebração da fé» (Evangelii gaudium, 102). Por conseguinte, receber um ministério laical como o de Catequista imprime uma acentuação maior ao empenho missionário típico de cada um dos batizados que, no entanto, deve ser desempenhado de forma plenamente secular [laical], sem cair em qualquer tentativa de clericalização.

  1. Este ministério possui uma forte valência vocacional, que requer o devido discernimento por parte do Bispo e se evidencia com o Rito de instituição. De facto, é um serviço estável prestado à Igreja local de acordo com as exigências pastorais identificadas pelo Ordinário do lugar, mas desempenhado de maneira laical como exige a própria natureza do ministério. Convém que, ao ministério instituído de Catequista, sejam chamados homens e mulheres de fé profunda e maturidade humana, que tenham uma participação ativa na vida da comunidade cristã, sejam capazes de acolhimento, generosidade e vida de comunhão fraterna, recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica, para ser solícitos comunicadores da verdade da fé, e tenham já maturado uma prévia experiência de catequese (cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Decreto Christus Dominus, 14; CICcânone 231 §1; CCEOcânone 409 §1). Requer-se que sejam colaboradores fiéis dos presbíteros e diáconos, disponíveis para exercer o ministério onde for necessário e animados por verdadeiro entusiasmo apostólico.

Assim, depois de ter ponderado todos os aspetos, em virtude da autoridade apostólica,

instituo

ministério laical de Catequista.

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos providenciará, dentro em breve, a publicação do Rito de Instituição do ministério laical de Catequista.

  1. Convido, pois, as Conferências Episcopais a tornarem realidade o ministério de Catequista, estabelecendo o iter  [itinerário] formativo necessário e os critérios normativos para o acesso ao mesmo, encontrando as formas mais coerentes para o serviço que estas pessoas serão chamadas a desempenhar em conformidade com tudo o que foi expresso por esta Carta Apostólica.
  2. Os Sínodos das Igrejas Orientais ou as Assembleias dos Hierarcas poderão receber quanto aqui estabelecido para as respetivas Igrejas sui iuris, com base no próprio direito particular.
  3. Os Pastores não cessem de abraçar esta exortação que lhes recordavam os Padres conciliares: «Sabem que não foram instituídos por Cristo para se encarregarem por si sós de toda a missão salvadora da Igreja para com o mundo, mas que o seu cargo sublime consiste em pastorear  de tal modo os fiéis e de tal modo reconhecer os seus serviços e carismas, que todos, cada um segundo o seu modo próprio, cooperem na obra comum» (Lumen gentium, 30). O discernimento dos dons que o Espírito Santo nunca deixa faltar à sua Igreja seja para eles o apoio necessário para tornar concreto o ministério de Catequista para o crescimento da própria comunidade.

Quanto estabelecido por esta Carta Apostólica em forma de “Motu proprio”, ordeno que tenha vigor firme e estável, não obstante qualquer coisa em contrário ainda que digna de menção particular, e que seja promulgado mediante publicação no jornal L’Osservatore Romano, entrando em vigor no mesmo dia, e publicado depois no órgão oficial Acta Apostolicae Sedis.

Dado em Roma, junto de São João de Latrão, na Memória litúrgica de São João de Ávila, Presbítero e Doutor da Igreja, dia 10 de maio do ano de 2021, nono do meu pontificado.

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