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Paróquia dos Álamos, Funchal

«Só» ou «Também Eu» não te condeno? : 2ª-fª da 5ª Semana da Quaresma, 30mar2020

Doxologia.png

 

Mão do Senhor

Não deixe pela igreja; leve a alguém.

5ª Semana da Quaresma A

Paróquia dos Álamos

caminho da Azinhaga, 3 * 9020-067 Funchal

Ŧ 291751451; hectoralamos@sapo.pt;

facebook.com/alamosparoquiaalamos.blogs.sapo.pt

Esta semana,

Missa à porta fechada \|/

Pra REVIVER, sugerimos a cada ba­tizado recordar o Batismo a­través do Pai Nos­so; à comuni­dade e famí­lias, ligar a pessoas em luto ou do­en­ça. Símbolos: ligaduras e len­çol.

Cantemos todos

->]¯Entrada¯PJM-CT41

Senhor, que nossos passos sigam para vós...

 (2) O caminho da nossa vida * foi tra­ça­do por Deus; * com a graça do Se­nhor * seguimos rumo aos Céus...

 

Coleta | pra rezar com quem está em casa | Senhor nosso Deus, cuja infinita bondade nos enche de bênçãos, concedei-nos a graça de iniciar uma vida nova que nos prepare para a glória do vosso reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

2ªfª30mar18h <-/

1ª| Daniel 13,1-9.15-17.19-30.33-62

«Vou morrer, sem ter feito nada do que disseram contra mim» 

Leitura da Profecia de Daniel 
Naqueles dias, morava em Babilónia um homem chamado Joaquim. Tinha desposado uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, muito bela e temente ao Senhor. Os seus pais eram justos e tinham instruído a filha na Lei de Moisés. Joaquim era muito rico e tinha um jardim contíguo à sua casa. Os judeus reuniam-se com ele frequentemente, porque era o mais ilustre de todos eles. Naquele ano tinham designado como juízes dois anciãos do povo, daqueles que o Senhor denunciara, dizendo: «De Babilónia veio a iniquidade de velhos que passavam por dirigentes do povo». Estes dois frequentavam a casa de Joaquim e a eles recorriam todos os que tinham alguma questão de justiça. Quando, ao meio do dia, o povo se retirava, Susana vinha passear para o jardim do seu marido. Os dois velhos observavam-na todos os dias, quando entrava no jardim para passear, e apaixonaram-se por ela. Perverteram a sua mente e desviaram os seus olhos de modo a não olharem para o Céu e não se lembrarem dos seus justos juízos. Estando eles à espera de ocasião favorável, um dia Susana veio, como de costume, acompanhada somente de duas meninas; e, como estava calor, quis tomar banho no jardim. Não se encontrava ali ninguém, senão os dois velhos escondidos a espreitá-la. Susana disse às meninas: «Trazei-me óleo e unguentos e fechai as portas do jardim, para eu tomar banho». Logo que elas saíram, os dois velhos levantaram-se, correram para junto de Susana e disseram-lhe: «As portas do jardim estão fechadas, ninguém nos vê e nós estamos apaixonados por ti. Dá-nos o teu consentimento e entrega-te a nós. Senão, acusar-te-emos dizendo que estava contigo um jovem e por isso mandaste embora as meninas». Então Susana gemeu e exclamou: «Estou cercada por todos os lados: se praticar semelhante coisa, espera-me a morte; se não a praticar, não poderei fugir às vossas mãos. Mas prefiro cair nas vossas mãos sem ter feito nada a pecar na presença do Senhor». Então Susana gritou com voz forte, mas os dois velhos gritaram também contra ela e um deles correu a abrir as portas do jardim. Logo que as pessoas da casa ouviram estes gritos no jardim, precipitaram-se pela porta do lado, para verem o que tinha acontecido. Quando os velhos contaram a sua versão, os servos coraram de vergonha, pois nunca se tinha dito de Susana semelhante coisa. No dia seguinte, quando o povo se reuniu em casa de Joaquim, marido de Susana, vieram os dois velhos cheios de rancor contra ela, pretendendo condená-la à morte. E disseram diante do povo: «Mandai chamar Susana, filha de Helcias, mulher de Joaquim». Foram buscá-la e ela veio com os pais, os filhos e todos os parentes. Os seus familiares choravam, assim como todos os que a viam. Os dois velhos levantaram-se no meio do povo e puseram as mãos sobre a cabeça de Susana. Ela, a soluçar, ergueu os olhos ao Céu, porque o seu coração confiava no Senhor. Os velhos disseram: «Enquanto passeávamos sós pelo jardim, entrou ela com duas servas; fechou as portas do jardim e mandou embora as servas. Veio então ter com ela um jovem, que estava escondido, e deitou-se com ela. Nós, que estávamos a um canto do jardim, ao ver aquela maldade, corremos sobre eles. Embora os tivéssemos visto juntos, não pudemos agarrar o jovem, porque era mais forte do que nós, e, abrindo a porta, pôs- se em fuga. A ela, porém, apanhámo-la e perguntámos-lhe quem era o jovem, mas ela não quis dizer-nos Somos testemunhas do facto». A assembleia deu-lhes crédito, por serem anciãos do povo e juízes, e condenou Susana à morte. Então Susana disse em altos brados: «Deus eterno, que sabeis o que é secreto e conheceis todas as coisas antes que aconteçam, Vós sabeis que eles proferiram contra mim um falso testemunho. E eu vou morrer, sem ter feito nada do que eles maliciosamente disseram contra mim». O Senhor ouviu a oração de Susana. Quando a levavam para ser executada, Deus despertou o espírito santo dum rapazinho chamado Daniel, que gritou com voz forte: «Eu sou inocente da morte desta mulher». Todo o povo se voltou para ele e perguntou: «Que palavras são essas que acabas de dizer?» Daniel, de pé no meio deles, respondeu: «Sois tão insensatos, ó filhos de Israel, que, sem julgamento nem conhecimento claro dos factos, condenais uma filha de Israel? Voltai ao tribunal, porque estes dois homens levantaram contra ela um falso testemunho». O povo regressou a toda a pressa e os anciãos disseram a Daniel: «Vem sentar-te no meio de nós e expõe-nos o teu pensamento, pois Deus concedeu-te a dignidade dos anciãos». Daniel disse-lhes: «Separai-os um do outro e eu os julgarei». Quando os separaram, Daniel chamou o primeiro e disse-lhe: «Envelheceste na prática do mal, mas agora aparecem os pecados que outrora cometeste, quando lavravas sentenças injustas, condenando os inocentes e absolvendo os culpados, apesar de o Senhor dizer: ‘Não dareis a morte ao inocente e ao justo’. Pois bem. Se viste esta mulher, debaixo de que árvore descobriste os dois juntos?». Ele respondeu: «Debaixo de um lentisco». Replicou Daniel: «A tua mentira cairá sobre a tua cabeça, pois o Anjo de Deus já recebeu a sentença, para te rachar ao meio». Depois de o terem afastado, Daniel ordenou que trouxessem o outro e disse-lhe: «Raça de Canaã e não de Judá, a beleza seduziu-te e o desejo perverteu-te o coração. Era assim que procedíeis com as filhas de Israel e elas por medo entregavam-se a vós. Pois bem, diz-me então: Debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?» Ele respondeu: «Debaixo de um carvalho». Replicou Daniel: «A tua mentira cairá sobre a tua cabeça, pois o Anjo de Deus está à tua espera com a espada na mão para te cortar ao meio. Assim acabará convosco». Toda a assembleia clamou em alta voz, bendizendo a Deus, que salva aqueles que esperam n’Ele. Levantaram-se então contra os dois velhos, porque Daniel os tinha convencido de falso testemunho, pela sua própria boca. Para cumprirem a Lei de Moisés, aplicaram-lhes a mesma pena que tão impiamente tinham preparado para o seu próximo e executaram-nos; e foi salva naquele dia uma vida inocente. 
Palavra do Senhor. 

Responsorial

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo. + Salmo 22 (23)

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo.

O Senhor é meu pastor: nada me falta. 
Leva-me a descansar em verdes prados, 
conduz-me às águas refrescantes 
e reconforta a minha alma.

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo.


Ele me guia por sendas direitas, 
por amor do seu nome. 
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos 
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo.

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo.


Para mim preparais a mesa 
à vista dos meus adversários; 
com óleo me perfumais a cabeça 
e o meu cálice transborda.

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo.


A bondade e a graça hão-de acompanhar-me 
todos os dias da minha vida, 
e habitarei na casa do Senhor 
para todo o sempre.

 

R| Ainda que passe por vales tenebrosos, nada temo, porque Vós estais comigo.

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO: Ez 33, 11 
LOUVOR.../GLÓRIA... LOUVOR.../GLÓRIA...:

Eu não quero a morte do pecador, diz o Senhor, 
mas que se converta e viva. Refrão 
LOUVOR.../GLÓRIA...:


Evangelho| João 8,1-11

«Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra» 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 
Naquele tempo, Jesus foi para o Monte das Oliveiras. Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo e todo o povo se aproximou d’Ele. Então sentou-Se e começou a ensinar. Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério, colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus: «Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres. Tu que dizes?». Falavam assim para Lhe armarem uma cilada e terem pretexto para O acusar. Mas Jesus inclinou-Se e começou a escrever com o dedo no chão. Como persistiam em interrogá-Lo, Ele ergueu-Se e disse-lhes: «Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra». Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão. Eles, porém, quando ouviram tais palavras, foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio. Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?». Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Jesus acrescentou: «Também Eu não te condeno. Vai e não tornes a pecar». 
Palavra da salvação. 


Prà homilia

Por cima do juízo dos homens, sobretudo por cima da sua falta de justiça em julgar, está o juízo de Deus, que é sempre um juízo justo e salvador. Susana, falsamente acusada, julgada e condenada, é imagem da Igreja caluniada e condenada. Deus, porém, vem em seu auxilio e a liberta, como faz a cada um de nós, que esperamos da misericórdia de Deus a absolvição dos nossos pecados e a reintegração no seu povo. 

Ao lado de Susana, inocente mas acusada e condenada, (primeira leitura), a mulher adúltera, culpada mas perdoada, é também imagem da Igreja nos seus membros: purificada dos seus pecados nas águas do Batismo e da Penitência, defendida das tentações e acusações injustas de seus perseguidores, ela é a nova Eva, fruto da misericórdia de Deus, ao lado de Cristo, o novo Adão. Assim é o fruto do Mistério Pascal, que nos preparamos para celebrar. 

Oração dos fiéis

R | Cristo, ouvi-nos. Cristo, aten­dei‑nos.

 

[><] ¯Apresentação dos Dons¯CS-CT67

Aceitai-nos, Senhor, com Jesus, nosso irmão, * imolado na cruz, no altar da redenção...

(2) Nós somos a gota de água * que se vai, sobre o altar, * no sangue de Jesus Cristo * com o vinho transfor­mar.

 

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS 
Fazei, Senhor, que, reunidos para celebrar estes santos mistérios, Vos ofereçamos, como fruto da penitência, a alegria dos nossos corações purificados. Por Nosso Senhor. 

/\ ¯Aclamação de anamnese¯ Quaresma

R¯  Mistério da fé para a salvação do mundo!

R¯ Glória a Vós que morrestes na cruz e agora viveis para sempre. Salvador do mundo, salvai-nos. Vinde, Senhor, Jesus.

 

Prefácio da Paixão do Senhor I 

O poder da cruz

V: O Senhor esteja convosco.

R: Ele está no meio de nós.

V: Corações ao alto.

R: O nosso coração está em Deus.

V: Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

V: É nosso dever, é nossa salvação.

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente,

é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação

dar-Vos graças, sempre e em toda a parte.

Pela paixão redentora do vosso Filho,

abristes aos homens o caminho da fé,

para proclamarem a glória do vosso nome.

No admirável poder da cruz

resplandece o julgamento do mundo

e a vitória do Crucificado.

Por isso, com os Anjos e os Santos,

proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

R: Santo, Santo, Santo,

Senhor Deus do universo.

O céu e a terra proclamam a vossa glória.

Hossana nas alturas.

Bendito O que vem em nome do Senhor.

Hossana nas alturas.

[<>] ¯Comunhão¯ AM-CT339

Eu sou a ressurreição e a vida:

quem crê em mim viverá...

(2) Eu vim dar a Vida pelos que cre­em em Mim; e ninguém os pode arreba­tar das minhas mãos...

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO 
A graça deste sacramento, Senhor, nos fortaleça e nos purifique de todo o mal, para que, seguindo os passos de Cristo, caminhemos generosamente ao vosso encontro. Por Nosso Senhor.

 

[->¯Final ¯CS-CT871

|:Se alguém quiser seguir-Me:|, |:tome a sua cruz e siga-Me.:|2X...

 (2) Se alguém quiser seguir-Me, * re­nuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me...

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